terça-feira, 22 de agosto de 2017

Prece pela família


Senhor Deus
Único digno de toda honra e toda glória
Pecadores que somos, ousamos entrar em Tua Santa e Gloriosa presença
Para te agradecer por nossos amados que estão se formando
E rogar pelos mesmos
Que todos tenham sabedoria e usem seus respectivos talentos e dons os quais Tu os conferistes estando os mesmos ainda em ventre materno para auxiliar os irmãos que estão iniciando.
Que os mesmos não se desviem nem para a direita nem para a esquerda.
Mas, que andem em reto caminho.
Que não esmoreçam ante o primeiro e maior percalço.
Mas que os use como mola precursora e incentivo para a busca de novos aprendizados e descobertas.
É o que ousamos te rogar
Em nome do Pai que nos criou
Em do Filho que nos salvou
E em nome do Espirito Santo que nos une em Teu amor de Pai
Assim o seja

 

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Estudos II - Escritos Apócrifos



Primeiro Livro de Adão


Capítulo 2 
1 Mas quando nosso pai Adão e Eva saíram do jardim, palmilharam o chão com seus pés sem saber por onde caminhavam. 
2 E quando chegaram à abertura dos portões do jardim e viram a terra vasta estendendo-se diante deles, coberta de pedras grandes e pequenas, e de areia, tiveram medo e tremeram, e prostraram-se com suas faces no chão, acometidos pelo medo; e jaziam como mortos. 
3 Porque haviam estado até então na terra do jardim, belamente plantada com toda a espécies de árvores, e agora se viam numa terra estranha que não conheciam e nunca tinham visto. 
4 E porque naquele tempo eles eram cheios de graça e de uma natureza luminosa, e não tinham o coração voltado para coisas terrenas. 
5 Por isso Deus teve piedade deles; e quando Ele os viu caídos defronte ao portão do jardim, enviou Sua Palavra ao pai Adão e a Eva, e ergueu-os de sua prostração. 


Neste capítulo vemos a saída de Adão e Eva do paraíso.
Como se deu.
Antes o casal tinha luz própria, não tinha o que temer, tudo era certo.
Agora com a saída ambos viriam a conhecer o que podemos chamar de "o outro lado da moeda".
Agora viriam a conhecer o medo, a incerteza, as dores e provações.
A luz que emanava deles, esvaiu-se. Tudo fez-se trevas e o medo pelo que podemos ver aqui tomou conta de ambos.
Vemos ainda aqui o quão misericordioso foi Deus com eles.
Deus poderia tê-los abandonado a própria sorte, mas não o fez.
Mesmo tendo sua confiança traída, Deus em nenhum momento faltou com misericórdia e compaixão.
Assim é Deus para conosco continuamente.


Conto dos Patriarcas

Col. 9 Deus faz um pacto com Noé dizendo-lhe que ele não poderia mais comer sangue de qualquer espécie. 
Col. 10 Eu coloquei meu arco na nuvem e ele se tornou um sinal para mim na nuvem... a terra... foi revelada para mim nas montanhas [7]... um vinhedo nas montanhas de Ararat... Depois da inundação Noé e os seus filhos desceram da montanha. Eles viram a devastação difundida na terra. Depois da inundação os filhos de Noé começaram a ter netas [8]. Eles então plantaram na terra e puseram um vinhedo no Monte Lubar que produziu vinho depois de quatro anos: No primeiro dia do quinto ano, havia um banquete no qual o primeiro vinho era bebido. Noé reuniu sua família e eles foram ao altar e agradeceram a deus por tê-los salvo da destruição da inundação. 
Col 11[9] ...Eles eram ouro cortante, prata, pedras, e barro e tomaram alguns para si. Eu vi o ouro e prata... ferro, e eles cortaram todas as árvores e levaram algumas. Eu vi o sol, a lua, e as estrelas cortando e levando algumas para si... Eu virei para ver a oliveira e eis que estava se levantando e durante muitas horas... muitas folhas... apareceram nela. Eu vi a oliveira e a abundância de suas folhas... eles se amarraram a ela. Eu estava pasmado pela árvore e suas folhas... os quatro ventos do céu estavam soprando fortemente e eles estavam rompendo e estavam esmagando os ramos da oliveira. O vento ocidental bateu primeiro, derrubando seu fruto e folhas e os espalhando em todos os lugares. Então... 
Col 12 ...Escute e ouça! Tu és o grande cedro... se levantando diante de ti em um sonho nos topos monteses... verdade. O salgueiro que pula e sobe alto (estes são) três filhos... E o que tu viste, o primeiro salgueiro foi preso ao toco do cedro... e madeira dele... nunca separará de ti. E entre este a posteridade... será chamada... cultivará uma planta maravilhosa.. sempre estará de pé. E o que viste, o salgueiro pegou o toco.. o último salgueiro... parte do seu ramo entrou [10] o ramo da primeira árvore, dois filhos... E o que tu viste, aquela parte do seu ramo entrou no ramo da primeira árvore... Eu expliquei-lhe o mistério...

domingo, 20 de agosto de 2017

Palavra amiga



Os tesouros na terra não se comparam aos tesouros no céu


Em outras palavras é perca de tempo, literalmente falando nos preocuparmos com a aquisição de cada vez mais bens, acumular tesouros infindáveis na terra.
Primeiro porque quando desencarnarmos não vamos levar absolutamente nada.
Ficará tudo - carros, mansões, dinheiro, poder, título. Tudo
Já disse uma vez e volto a dizer, não é errado querer o melhor dessa terra para nós mesmos, para nossos amados.
Não é errado sonhar, trabalhar incansavelmente para adquiri-los. Desde que isso não nos venha corromper, não venha atrapalhar nossa vida com Deus.
As maiores maravilhas não se encontram aqui. 
Este mundo é imperfeito, falho e temporário, hoje, agora estamos aqui. Mas e daqui a alguns instantes?
Conheço pessoas que fizeram planos no domingo de manhã para serem executados na segunda. Mas no mesmo dia, ou seja, domingo a noite morreram.
Este não é um caso isolado, falta de sorte ou coisa do gênero. Todos nós estamos sujeitos a morrer a qualquer momento e nossos planos, sonhos e objetivo simplesmente desaparecerem como poeiras lançadas ao vento. 
Este é um mundo de provas e expiações, não ficaremos para sempre aqui.
Os maiores tesouros estão do outro lado do túnel, na Nova Jerusalém que se nos espera.

  



Estudos Bíblicos - Levíticos 2

E quando alguma pessoa oferecer oferta de alimentos ao SENHOR, a sua oferta será de flor de farinha, e nela deitará azeite, e porá o incenso sobre ela;
E a trará aos filhos de Arão, os sacerdotes, um dos quais tomará dela um punhado da flor de farinha, e do seu azeite com todo o seu incenso; e o sacerdote queimará como memorial sobre o altar; oferta queimada é, de cheiro suave ao Senhor.
E o que sobejar da oferta de alimentos, será de Arão e de seus filhos; coisa santíssima é, das ofertas queimadas ao Senhor.
E, quando ofereceres oferta de alimentos, cozida no forno, será de bolos ázimos de flor de farinha, amassados com azeite, e coscorões ázimos untados com azeite.
E, se a tua oferta for oferta de alimentos cozida na caçoula, será da flor de farinha sem fermento, amassada com azeite.
Em pedaços a partirás, e sobre ela deitarás azeite; oferta é de alimentos.
E, se a tua oferta for oferta de alimentos de frigideira, far-se-á da flor de farinha com azeite.
Então trarás a oferta de alimentos, que se fará daquilo, ao Senhor; e se apresentará ao sacerdote, o qual a levará ao altar.
E o sacerdote tomará daquela oferta de alimentos como memorial, e a queimará sobre o altar; oferta queimada é de cheiro suave ao Senhor.
E, o que sobejar da oferta de alimentos, será de Arão e de seus filhos; coisa santíssima é, das ofertas queimadas ao Senhor.
Nenhuma oferta de alimentos, que oferecerdes ao Senhor, se fará com fermento; porque de nenhum fermento, nem de mel algum, oferecereis oferta queimada ao Senhor.
Deles oferecereis ao Senhor por oferta das primícias; porém sobre o altar não subirão por cheiro suave.
E todas as tuas ofertas dos teus alimentos temperarás com sal; e não deixarás faltar à tua oferta de alimentos o sal da aliança do teu Deus; em todas as tuas ofertas oferecerás sal.
E, se fizeres ao Senhor oferta de alimentos das primícias, oferecerás como oferta de alimentos das tuas primícias de espigas verdes, tostadas ao fogo; isto é, do grão trilhado de espigas verdes cheias.
E sobre ela deitarás azeite, e porás sobre ela incenso; oferta é de alimentos.
Assim o sacerdote queimará o seu memorial do seu grão trilhado, e do seu azeite, com todo o seu incenso; oferta queimada é ao Senhor.
Levítico 2:1-16

Neste capítulo veremos as ofertas apresentadas ao Senhor Deus.
Ofertas estas que tanto podiam ser animais como alimentos.
Estas ofertas eram apresentadas a Deus como um presente ao mesmo por todas as maravilhas constantes operadas na vida dos presentes ali.
Não era nada imposto, muito pelo contrário.
Cada um apresentava segundo o seu coração.
E Deus se agradava enormemente, tanto que não permitia que faltasse alimento na mesa dos presentes.
Como vimos no capítulo anterior, existia o que podemos definir como um manual sacrificial, que vamos assim dizer quanto aos animais a serem abatidos, bem como deveriam ser abatidos e o que deveria acontecer depois e como seriam e deveriam ser os demais sacrifícios (alimentos no caso) .
Uma coisa que podemos observar quanto aos sacrifícios no antigo Testamento é quanto a proibição do uso de fermento na execução.
Em Levítico 2:11, Deus disse: “Nenhuma oferta de manjares, que fizerdes ao Senhor, se fará com fermento; porque de nenhum fermento, e de mel nenhum queimareis por oferta ao Senhor.”      
O fermento era visto como anátema, algo negativo. Que remetia ao pecado.
Por isso os sacrifícios que envolviam alimentos não podiam conter fermento.
O fermento na visão deles era impuro, e, como toda oferta apresentada ao Senhor Deus não podia conter impureza, mácula, daí a negativa quanto ao fermento.
Pão este cujo único tempero é o sal que significa a aliança de Deus com o povo.
Outro significado para a negativa do fermento: Eles tinham um tempo de validade muito maior por não conterem fermento. 
O povo costumava fazer aos montes, para poder consumir durante muito tempo. Por causa da quantidade deste pão produzida para a festa, no antigo testamento a Páscoa também era chamada de festa do pães ázimos. 
O pão que se comia durante os sete dias das festas de Páscoa devia ser amassado sem fermento. 
Era os “massot” ou “pães ázimos”. 
Também estava prescrito que se varressem todos os cantos das casas, para que não ficasse dentro sequer um grão de fermento. 
A mentalidade primitiva via na fermentação do pão um símbolo de decomposição e morte. Por isso, o costume de comer pães mais “puros” na festa. 
Os pães ázimos eram feitos em forma de tortas, um tanto grossas. 
Lembravam os pães que os israelitas haviam levado do Egito em sua fuga, sem ter tempo de esperar que a massa crescesse e fermentasse. 
Outro sacrifício cujo significado é subliminar, mais profundo, espiritual que remete a algo que iria mudar mais a frente os rumos de toda a humanidade.
Deus como sabemos é a expressão máxima da perfeição e até aquele dado momento o Messias ainda não havia encarnado em nosso meio e cumprir com sua missão sacrificial e não havia alguém perfeitamente puro, sem a mancha do pecado havia portanto a necessidade de sacrifícios de sangue
Uma vez como sabemos que o pecado por ser um crime de sangue o mesmo só pode ser pago com sangue, sangue inocente.
E Deus sendo perfeito não poderia falar diretamente com o povo até aquele momento, pois sua chama consumidora iria simplesmente dizimar a todos e não era isso que Deus queria, sendo assim, o mesmo naquele momento não falava diretamente ao povo, falava ou por meio de homens de sua inteira confiança, homens escolhidos a dedos por assim dizer ou por intermédio de sacrifícios de animais que é exatamente o que vemos aqui.
Não que Deus seja sanguinário, nada disso mas justamente por causa do pecado que como vimos anteriormente aqui. 
Perante Ele o pecado é tão abominável que é considerado crime de sangue, e crime de sangue só se é pago com sangue.
Deus na realidade nunca se agradou do sofrimento de quem quer que seja, animal, gente.
Mas havia até aquele momento essa necessidade vamos assim dizer.
De forma subliminar esses sacrifícios de sangue vem a nos remeter a algo muito maior, grandioso.
Algo que viria mudar os rumos da humanidade.
O sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Senão vejamos: os animais deveriam ser todos do sexo masculino, sem mancha, sem mácula, sem o menor defeito. Temos aqui a descrição do próprio Jesus, suas características.
Cristo em vida nunca conheceu o pecado, era um homem perfeito, integro. Sem mácula física nem espiritual. 
Se formos ler bem atentamente, veremos que esses animais são apenas meros coadjuvantes, meras representações do sacrifício de Cristo na Cruz do Calvário.