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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec


DESTINAÇÃO DA TERRA.  CAUSA DOS TORMENTOS TERRESTRES



6. Espanta-se em encontrar na Terra tantos erros e desejos errados, tantas aflições e enfermidades de todo tipo, e se conclui disso que a espécie  humana é uma triste coisa. Esse julgamento provém do ponto de vista limitado em que se está colocado, e que dá uma ideia falsa do conjunto. É preciso considerar que, na Terra, não se vê a Humanidade, mas apenas uma pequena fração dela. Sem dúvida, a espécie humana compreende todos os seres dotados de razão que povoam os inumeráveis mundos do Universo. Ora, o que é a população da Terra, perto da população total desses mundos? Bem menos que a de um lugarejo em relação à de um grande país. A situação material e moral da Humanidade terrestre nada mais tem que espante inteirando-se da destinação da Terra e da natureza daqueles que a habitam.  
7. Faríamos dos habitantes de uma grande cidade uma ideia muito falsa, se fossem julgados pela população de bairros miseráveis e de viciados.  Num hospital não se veem senão doentes e estropiados. Numa prisão veem-se todas as baixezas, todos os vícios reunidos. Em regiões insalubres, a maior parte dos habitantes são pálidos, fracos e doentes. Pois bem, que se figure a Terra como sendo um subúrbio, um hospital, uma penitenciária, uma região insalubre. Porque ela é ao mesmo tempo tudo isso, e se compreenderá por que os tormentos sobrepujam as alegrias, pois não se enviam a um hospital as pessoas sadias, nem às casas de correção aqueles que não fizeram erros. E nem os hospitais, nem as casas de correção são lugares de prazeres. 

Em outras palavras nós temos apenas uma visão parcial de nosso Planeta, sua totalidade e real função. .
A começar por acreditarmos que somente o mesmo é habitado, quando o próprio Cristo veio a desmistificar essa nossa crença limitante em João 14: 01 à 03.
"Na casa de meu Pai há muitas moradas" ou seja, são diversos os planos, mundos habitados, alguns mais evoluídos, outros de transição (nosso caso) e outros nenhum pouco evoluídos muito pelo contrário. 
Deus é tão extraordinário que veio a permitir que nosso próprio Planeta englobasse em si mesmo essa pluralidade e com isso ainda em vida viéssemos a ter experiência, ter ciência do que se nos espera caso venhamos a dar um passo em falso, que tudo tem um preço. Veremos isso mais detalhadamente no decorrer desta explanação.
E depois nossa ideia de totalidade. 
Como o próprio texto acima o diz com muitas propriedade:
"É preciso considerar que, na Terra, não se vê a Humanidade, mas apenas uma pequena fração dela". 

Nosso Planeta poder-se-ia comparar a uma estação de trem, um aeroporto fortemente movimentado, uma via de duas mãos, dada a transitoriedade diária de pessoas. Homens, mulheres, crianças, jovens, idosos que a todo instante entram e saem.
Assim é a vida, assim é a existência humana em nosso Planeta, em nosso plano.
Segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas) em média a cada minuto morrem, ou melhor desencarnam 102 pessoas em todo mundo e em contrapartida nascem 211.000.
Ou seja a todo instante uns nascem e outros partem. 
Não temos o controle de nada.
Tudo passa, nós passamos.
Hoje estamos aqui mas e amanhã?
Estamos todos aqui em pé de igualdade, estamos todos aqui para aprender uns com os outros.
O Planeta Terra nada mais é que uma escola.
Também podemos comparar nosso Planeta em seu atual estágio a um subúrbio, um cortiço, uma vila onde residem os mais diversos e singulares moradores cada qual com suas qualidades e defeitos.
Um hospital onde residem os mais diversos pacientes com suas mazelas, dores, deficiências, limitações e sofrimentos.
Uma penitenciária onde residem os mais torpes e vis criminosos.
E nosso Planeta por ser uma complexa escola subsistem aqui de maneira sútil ou não os mais diversos mundos do mais evoluído - cujos moradores são os que levam sua vida de maneira integra, justa, sábia, pautada nos ensinos do mestre Jesus. Os menos evoluídos que são os manipuláveis, fantoches humanos podemos assim dizer e os trevosos criminosos de toda sorte e natureza.
E isso só vai mudar a partir do momento que todos aqui parar, refletir e por em prática os ensinos de Cristo em seu Evangelho.
Sairmos da zona de conforto, estourar essa bolha que se nos envolve e partir para uma mudança radical - de crenças, valores, de acharmos uns melhores e superiores que os outros, de querer ser mais esperto, acabar com a mania de somente querer, usufruir sem nada dar em troca, pormos fim a hipocrisia. Estender a mão a todos que precisam, lutar pelo que é certo, justo e bom a todos indistintamente.
Estamos mais do que na hora de crescermos como pessoas uma vez que ninguém aqui veio a passeio todos nós temos um chamado, um propósito, uma missão, uma superação, um aprendizado, um ensinamento e quanto a isso teremos de prestar contas futuramente querendo ou não, crendo ou não.
Os maus só existem porque os bons estão de braços cruzados por medo ou timidez.
Embora isso pareça uma mera utopia tudo isso é possível sim, mas, para isso temos que abandonar o medo, como disse acima sairmos da nossa zona de conforto.
Essa é a hora, esse é o momento. 

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec


CAPÍTULO III  

HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DO PAI  

Diferentes estados do Espírito na erraticidade - Diferentes categorias de mundos habitados - Destinação da Terra.  Causa dos tormentos terrestres - Instruções dos Espíritos: Mundos adiantados e mundos atrasados - Mundos de expiação e de provas - Mundos regeneradores - Progressão dos mundos.  
1. Que vosso coração não se perturbe. Crede em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa do Pai. Se assim não fosse, eu já vos teria dito, porque eu me vou para vos preparar o lugar e depois que eu tenha ido e que vos tenha preparado o lugar, eu voltarei e vos retomarei para mim, a fim de que lá onde eu estiver aí estejais também. (João, cap. XIV, v. 1, 2 e 3).
DIFERENTES ESTADOS DO ESPÍRITO NA ERRATICIDADE  
2. A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito, e oferecem, aos Espíritos encarnados, moradas apropriadas ao seu adiantamento. Independente da diversidade dos mundos, essas palavras podem também ser entendidas como o estado feliz ou infeliz do Espírito na erraticidade. Segundo ele seja mais ou menos adiantado e desligado dos laços materiais, o meio em que se encontra, o aspecto das coisas, as sensações que experimenta, as percepções que possui, variam ao infinito. Enquanto que uns não podem se distanciar da esfera física em que viveram, outros se elevam e percorrem o espaço e os mundos. Enquanto certos Espíritos em erro estacionam no Umbral, os felizes gozam de uma claridade resplandecente e do sublime espetáculo do infinito. Enquanto, enfim, que o errado, atormentado de remorsos e de lamentações, frequentemente só, sem consolação, separado dos objetos da sua afeição, geme sob o peso dos tormentos morais, o correto, reunido àqueles que ama, goza as doçuras de uma indescritível felicidade. Lá também há, pois, várias moradas, embora não sejam circunscritas nem localizadas.  
3. Do ensinamento dado pelos Espíritos, resulta que os diversos mundos estão em condições muito diferentes uns dos outros quanto ao grau evolutivo material e espiritual, de adiantamento ou de  inferioridade, de seus habitantes. Entre eles há os que seus habitantes são ainda inferiores aos da Terra, física e moralmente. Outros estão no mesmo grau, e outros lhes são mais ou menos superiores em todos os aspectos. Nos mundos primitivos, a existência é toda material, os errados desejos reinam soberanamente, e a vida moral é quase nula. À medida que esta se desenvolve, a influência da matéria diminui, de tal sorte que, nos mundos mais evoluídos, a vida, por assim dizer, é toda espiritual. 
4. Nos mundos intermediários, há mistura do certo e do errado, predominância de um ou de outro, segundo o grau de evolução. Embora não possa ser feita, dos diversos mundos, uma classificação absoluta, pode-se, todavia, em razão de seu estado e de sua destinação, e baseando-se nas diferenças mais acentuadas, dividi-los de um modo geral, como se segue: os mundos primitivos, destinados às primeiras encarnações do Espírito humano. Os mundos de expiação e de provas, onde o erro predomina. Os mundos regeneradores, onde os Espíritos que ainda têm o que expiar obtém novas forças, repousando das fadigas da luta. Os mundos felizes, onde o certo se sobrepõe ao errado. Os mundos celestes ou divinos, morada dos Espíritos puros e perfeitos, onde o certo reina inteiramente.  A Terra pertence à categoria dos mundos de expiação e de provas, e é por isso que o humano nela é alvo de tantas aflições. 
5. Os Espíritos encarnados num mundo, a ele não estão ligados indefinidamente, e não cumprem nele todas as fases progressivas que devem percorrer para atingirem a pureza e perfeição. Quando atingiram nesse mundo o grau de evolução que ele comporta, passam para um mundo mais evoluído, e assim sucessivamente até que tenham atingido o estado de Espíritos puros e perfeitos. São igualmente, estações em cada uma das quais encontram elementos de progresso, proporcionais ao seu grau evolutivo. É para eles uma recompensa passar para um mundo de ordem mais evoluída, como é uma provação prolongarem sua demora em um mundo menos evoluído, ou serem relegados para um mundo mais material e infeliz ainda que aquele que são forçados a deixar, quando são obstinados no erro.

Estes parágrafos tratam senão de um tema que salvo engano este Blog já abordou, que é a pluralidade dos mundos.
Primeiramente, você sabe ou pelo menos tem uma pequena noção do que te espera depois da morte?
Não!
Sabia que a morte não é o fim?
Também não?
Então saiba que a morte não é o fim, mas um novo recomeço onde de fato pagaremos por
todos os nossos crimes sejam eles de ordem legal, isso juridicamente falando como também
e principalmente falando crimes espirituais.
A morte é fato, não a como escapar dela. Cedo ou tarde todos nós iremos.
A morte é dolorosa, sofrida para os que ficam. 
Mas para os que partem é a libertação de um cativeiro, o retorno do filho pródigo a casa do
pai.
Vamos agora ao que de fato os trouxe aqui; para onde iremos após a morte? 
O que acontece com o corpo?
Primeiro ocorre a histólise corporal que nada mais é a  que a putrefação do corpo, o nosso
corpo físico será digerido ao longo do tempo por bilhões de vermes.
Esse processo de putrefação ocorre alguns minutos após a morte, o sangue torna-se ácido,
o cálcio endurece seus ossos. Por ai vai.
E no lado espiritual o que acontece?
Em alguns casos os desencarnados ( em especial os criminosos de alta periculosidade,
perversos, suicidas... ) acompanham a decomposição do corpo físico. Sofrendo dores
terríveis. 
Vivendo e revivendo momentos dolorosos de suas mortes. 
Em contrapartida os que pautam suas vidas na misericórdia, na caridade, numa vida correta
ganham a libertação imediatamente desse cativeiro que chamamos de corpo físico.
Muitos acompanham seus restos mortais até a sepultura, porém, não presenciam o que
acontece com seus corpos físicos. 
Um premio para os cumpriram seus deveres, combateram o bom combate.
Nenhum espirito, nem mesmo os mais evoluídos desaparece como num passe de mágica.
Muito pelo contrário, em gratidão e respeito permanece por algum tempo ao lado dos que 
lhe foram queridos.
Em segundo lugar vem a formação do corpo fluídico. Um novo corpo. 
Substitui-se aí o corpo físico ( corpo mortal, passível de danos muitas vezes dolorosos,
permanentes) pelo corpo espiritual ( corpo fluídico quase semelhante ao carnal, Esse corpo
é eterno, nosso verdadeiro corpo).
O apóstolo Paulo fala com toda propriedade:"Semeia-se corpo material e colhe-se
espiritual". 
Em outras palavras nos atos enquanto encarnados definirão nosso destino pós túmulo.Mais
a frente Paulo em seus escritos nos diz: "O corpo espiritual é o corpo da ressurreição".
Deixando-nos claro que a morte não é o fim, que apenas o corpo físico se acaba ao descer
a sepultura. 
A muitos planos espirituais. 
Alguns mais evoluídos, outros nem tanto os chamado planos expiatórios (nosso caso) e
outros nada evoluídos o qual denominamos por Umbral.
Sendo assim, devemos viver a vida pensando no futuro, nas consequências futuras.
Não é com problemas pessoais, bens, que devemos nos preocupar uma vez que tudo aqui
é passageiro, transitório.
Devemos nos preocupar sim e muito com o que se nos espera no outro lado.
A semeadura é livre mas a colheita é obrigatória.
Nós temos o livre arbítrio, mas, ao fim da vida todos teremos o justo salário.
O nosso real destino só saberemos após a morte e de acordo com a vida que levamos.
Tudo, absolutamente tudo, até mesmo pequenos gestos que fazemos hoje, que temos
hoje, agora, tanto para o bem como para o mal tem uma consequência futura, um preço
que indubitavelmente pagaremos, querendo ou não. 
Crendo ou não.Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer nessa vida tem influencia
e consequência se não nessa vida, mas, na outra. Na vida post mortem.
A morte nada mais é que a justa colheita do que semeamos em vida.
Quanto mais nobres forem nossos atos nessa vida menores serão as penas que
sofreremos em outro plano. 
E mais rápido alcançaremos a evolução espiritual e mais rápido iremos para um plano
evoluído, um plano de luz.
Em detrimento de quem só plantou desgraças, ruínas, dores, sofrimentos, atos egoísticos.
Se em vida eu não soube amar, perdoar, fui uma pessoa cruel mais duras serão as penas
por mim sofridas e mais baixo será o plano espiritual a ser habitado por mim.
Certamente irei para o umbral e demais zonas inferiores.
Onde sofrerei as mais duras penas por meus atos criminosos perante Deus e perante a alta espiritualidade.Muito cuidado ao praticar certos atos.
Atos egoísticos, atos cruéis, atos que te animalizam, atos que ferem as leis de Deus por
mais que pareçam normais, modernos, divertidos perante a sociedade para Deus e a
espiritualidade não o são.
Você até pode passar impune neste plano ou achar que Deus se faz de cego, surdo e
mudo ou mesmo te foi conivente.
Mas, não. Tuas penas serão pagas por ti com juros após desencarnares.
Outro ponto abordado com muita propriedade neste capítulo é a ligação entre o Espiritismo
e o Cristianismo, um completa o outro.
Vemos ao longo dessa explanação que o próprio Espiritismo encontra respaldo na Bíblia.
A própria Bíblia nos relata isso em diversas passagens:Isaías 26:19, Oséias 13:14, 1
Corintios 15:21,22, 1 Corintios 15: 40,42. Apenas para citar alguns livros que se nos
retratam a tão temida morte.
O próprio Cristo é claro, simples e objetivo, quanto a morte, existência de vida espiritual e
pluralidade dos mundos: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu
vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.João 14:2"Ou seja, a morte não é o fim, tão
pouco este plano é único.
Vemos também que Cristo ao longo de sua passagem em nosso plano nos revelou todos
os segredos para uma vida com Deus e para se alcançar entendimento e crescimento
espiritual.
Segredo revelado, véu rasgado
Fé, misericórdia, amor e perdão. Um complementa o outro.
Eis o segredo da salvação eterna
Não basta apenas conhecermos as escrituras de Gênesis a Apocalipse, termos o dom das
línguas, o dom da palavra se não tivermos fé, se não tivermos misericórdia uns para com
os outros, amar como Jesus amou e perdoarmos a falha do irmão ao lado.
Em resumo o Espiritismo, ao contrário dos que muito pensam ou mesmo pregam não veio
para confundir, não veio para alterar ou mesmo modificar as Sagradas Escrituras, seus
ensinamentos e muito menos as palavras do Mestre Jesus e seus ensinamentos
Muito pelo contrário veio para não apenas desmistificar como nos esclarecer de maneira
profunda e com propriedade passagens por nós consideradas ininteligíveis
Tornando assim mais fácil não apenas a compreensão como a vivência do Evangelho no
nosso dia a dia
Se conhecemos verdadeiramente a Deus e temos vida ativa e de qualidade com Ele somos
mais que conhecedores dessas máximas e procuramos ao máximo não apenas respeita-las mas acima de tudo pô-las em prática
Quanto maior nossa sensibilidade ao sofrimento do próximo, seja quem for, mais próximo
ficamos da perfeição espiritual e humana.Mais próximos ficamos de Cristo.
Em outras palavras:
Para os que creem a morte não é o fim.
A morte é apenas uma transição
Uma viagem, uma  longa viagem rumo ao desconhecido
Porque desconhecido?
Porque a priori não sabemos para onde vamos, qual mundo nos foi designado
Quem não crê na vida após a morte não crê na existência de Cristo.
Uma vez que Ele próprio nos falou: "Aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá; e
todo o que vive e crê em mim, não morrerá eternamente." 
Cada um de nós humanos ou animais ao nascer recebemos uma alma vivente, a única
coisa que se nos diferencia é quanto a racionalidade. 
O que de fato morre é o corpo vivente. Este retorna a terra e no transcorrer do tempo este
será consumido, deixando de existir por completo.
Quanto a alma esta retorna ao seu local de origem, ou ao mundo que lhes será
descortinado.
Sabendo-se que não existe apenas um mundo habitado, mas muitos outros e a cada um de
nós será descortinado um mundo diferente.
O que define qual mundo se nos espera ao morrermos não é a denominação que em vida
frequentamos, mas, a vida que levamos.
Nossos atos, nossos gestos, nosso caráter.
Dai a real importância de termos uma vida com Deus e sermos imitadores de Cristo.
Se somos imitadores de Cristo em seus atos nobres de amor ao próximo, perdão,
misericórdia, compaixão nos será descortinado um mundo de bem aventurança.
Se em vida fui uma pessoa egoística, arrogante será a mim designado um mundo mais
baixo
Se cometi algum crime a vida humana, me deixei seduzir pelos prazeres da carne, vícios,
lascívia e prostituição a mim será designado um mundo ainda mais baixo
E se eu em vida cometi suicídio voluntário ou não a mim será designado um outro mundo.
O qual chamamos de Vale dos Suicidas. Um mundo de dores, sofrimentos onde ficarei até
me completarem os dias
Como assim:
Por exemplo:
A mim foi designado por Deus viver 80 anos e cometi suicídio aos 20, terei infelizmente de
habitar neste sombrio vale de dores e sofrimentos por longos 60 anos.
O que é suicídio voluntário? 
Nada mais é que a morte a mim mesmo autoinfligida
Onde de forma consciente decidi por término a tudo
Algo do tipo
Estou depressiva, subo no andar mais alto lançando-me lá de cima, ou indo a um cômodo e atirando em mim mesma, me enforcando.Enfim.
Já o suicídio involuntário é aquele onde a pessoa ingere altas doses de bebida alcoólicas e sai para dirigir.Sofre um grave acidente e morre.
Ou ingere altas doses de drogas ilícitas ou medicamentosas tem uma overdose e morre.
Para a espiritualidade ambos cometeram suicídio.
Ambos cometeram crime contra vida. Não a de outrem, mas a própria vida.
Em ambos os caso de suicídio estes podem ser agravados ainda mais. Elevando a pena a ser cumprida pela pessoa.
Como assim?
Vamos começar no caso do suicídio voluntário.
A pessoa antes de recorrer a tal ato mata ou o cônjuge ou a outra pessoa. 
A pessoa deixa de ser apenas suicida para se tornar também homicida. 
A estadia dessa´no Vale dos Suicidas passa a ser mais demorada. Onde ela terá que cumprir o tempo dela e a do outro.
No caso do suicídio involuntário, aquele onde a pessoa ingere alguma substância nociva e desencarna.
Vamos lá:
Eu bebo, bebo. Passo a noite bebendo, ingerindo outras drogas, pego o carro e me ponho a dirigir. Num determinado momento acelero o carro e mato outra pessoa ou como é comum mato uma família inteira.
A mim acontecerá o mesmo descrito acima. Pagarei por mim mesma e pelo outro, não importa quantos foram.
Involuntariamente, pois algumas vezes a pessoa que bebe ou ingere alguma substancia ignora que ela pode morrer ou no pior dos casos não só ela pode morrer mas outros que nada tinham a ver com a irresponsabilidade dela.
Por isso Deus no diz a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
E essa colheita pode não vir a mim em vida, mas virá após minha morte.
Que filho não fica feliz, honrado e descansado ao ter que voltar para casa depois de uma longa jornada? Não é mesmo?
Assim a morte deve ser encarada, sem medo, preconceito, sem as vendas do tabu.
O nosso corpo é constituído por carne, alma e espirito.
A carne é uma casca, uma embalagem que tem data de vencimento.
A alma é o sopro da vida e o espirito é o que somos realmente e que um dia voltará ao seu local de origem a casa do pai eterno Deus Todo Poderoso.
Ali do outro lado nos reuniremos aos que partiram antes de nós. Pais, mães, avós, filhos.
Imaginem que felicidade, que regojizo será um dia todos nós hoje vivos, encarnados como queiram chamar nossa vivencia terrena nos reencontrarmos com a pessoa que marcou nassa vida, ou com aquele animalzinho que um dia choramos a partida ( todos somos espíritos o que nos diferencia é a etapa evolutiva, somos de uma certa forma todos irmãos, dai a obrigação que temos de trata-los com amor, compaixão e dignidade.).
A morte não é o fim, mas o reinicio de uma nova vida, a verdadeira vida. A vida prometida a nós por nosso Senhor Jesus Cristo.


sábado, 4 de março de 2017


Culto Cristão no Lar


O culto do Evangelho no lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte onde o Cristianismo lance raízes de aperfeiçoamento e sublimação. A Boa-Nova seguiu da Manjedoura para as praças públicas e avançou da casa humilde de Simão Pedro para a glorificação no Pentecostes. A palavra do Senhor soou, primeiramente, sob o teto simples de Nazaré e, certo, se fará ouvir, de novo, por nosso intermédio, antes de tudo, no círculo dos nossos familiares e afeiçoados, com os quais devemos atender às obrigações que nos competem no tempo.

Quando o ensinamento do Mestre vibre entre as quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.

A observação impensada é ouvida sem revolta.

A calúnia é isolada no algodão do silêncio.

A enfermidade é recebida com calma.

O erro alheio encontra compaixão.

A maldade não encontra brechas para insinuar-se.

E aí, dentro desse paraíso que alguns já estão edificando, a benefício deles e dos outros, o estímulo é um cântico de solidariedade incessante, a bondade é uma fonte inexaurível de paz e entendimento, a gentileza é inspiração de todas as horas, o sorriso é a sombra de cada um e a palavra permanece revestida de luz, vinculada ao amor que o Amigo Celeste nos legou.

Somente depois da experiência evangélica do lar, o coração está realmente habilitado para distribuir o pão divino da Boa-Nova, junto da multidão, embora devamos o esclarecimento amigo e o conselho santificante aos companheiros da romagem humana, em todas as circunstâncias.

Não olvidemos, assim, os impositivos da aplicação com o Cristo, no santuário familiar, onde nos cabe o exemplo de paciência, compreensão, fraternidade, serviço, fé e bom ânimo, sob o reinado legítimo do amor, porque, estudando a Palavra do Céu em quatro Evangelhos, que constituem o Testamento da Luz, somos, cada um de nós, o quinto Evangelho inacabado, mas vivo e atuante, que estamos escrevendo com os próprios testemunhos, a fim de que a nossa vida seja uma revelação de Jesus, aberta ao olhar e à apreciação de todos, sem necessidade de utilizarmos muitas palavras na advertência ou na pregação.

Emmanuel

Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap 1, p. 11-12.

Fonte: Folder distribuído pela Federação Espírita Brasileira.www.febnet.org.br
POR QUE FAZER O EVANGELHO NO LAR? 

O Estudo do Evangelho no Lar abre as portas da nossa casa aos benefícios espirituais, da mesma forma que desentendimentos, brigas e xingamentos favorecem o assalto das sombras (Richard Simonetti). Atrai os bons e afasta ou esclarece os maus espíritos.

Conduz-nos a uma compreensão racional dos ensinamentos do Cristo, levando-nos ao esclarecimento e à aceitação de tê-los como roteiro seguro para nossas vidas. Ajuda-nos a superar as dificuldades no lar e fora dele, acendendo-nos a luz da compreensão e da paciência.

Modifica o padrão vibratório dos nossos pensamentos e sentimentos, desanuviando as nossa mentes congestionadas das criações inferiores, agentes da enfermidade e dos desequilíbrios. Com Jesus no Lar, pelo estudo e vivência do Evangelho, tem-se a verdadeira paz.

Com o Evangelho no Lar formamos as defesas magnéticas da nossa casa, impregnando o ambiente espiritual das energias positivas que desestimulam toda ação maléfica. É uma verdadeira segurança espiritual que passa a funcionar em benefício de todo o grupo.

Além da ajuda que essa prática proporciona no programa espiritual de todo o grupo familiar, estende a caridade aos vizinhos e a quantos se sintam também estimulados a mudar com o nosso exemplo Quantos espíritos igualmente se beneficiam com essa fonte de luz!

COMO FAZER DO EVANGELHO NO LAR?

Escolha um dia e uma hora da semana em que seja possível a presença de todos os membros da família ou da maior parte deles. Observar rigorosamente esse dia e horário para facilitar a assistência espiritual e consolidar o hábito da reunião.

Inciar a reunião com uma prece simples e espontânea num local da casa menos exposto às perturbações exteriores, em seguida, fazer a leitura de um trecho de "O Evangelho Segundo o Espiritsmo", aberto ao acaso ou previamente programado para estudo em sequência.

Fazer comentários breves sobre o trecho lido, trocando opiniões com o grupo quanto à aplicação dos ensinamentos na vida diária, evitando discussões, críticas e julgamento de membros do grupo ou de conhecidos em função da mensagem evangéilica.

A reunião deve ser dirigida por um membro da família ou pela pessoa que tiver mais conhecimento doutrinário, que deverá estimular a participação de todos e conduzir as explicações ao nível do entendimento prático dos presentes. Pode-se fazer outras leituras afins.

A duração deve ser de até 30 minutos, no máximo, incluindo a prece de encerramento, em que se agradecerá a assitência espiritual, lembrando a próxima reunião.
Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap. 1, p. 11-12.

Particularmente achei legal.
E aí? Vamos tirar um tempinho pra entrar em contato com o Criador? Vamos deixar Ele entrar e agir na nossa vida. Ele esta ansioso por entrar na nossa vida. Se você assim como eu der o primeiro passo pode ter certeza Ele vem correndo em sua direção. 

sábado, 11 de fevereiro de 2017


Culto Cristão no Lar

O culto do Evangelho no lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte onde o Cristianismo lance raízes de aperfeiçoamento e sublimação. A Boa-Nova seguiu da Manjedoura para as praças públicas e avançou da casa humilde de Simão Pedro para a glorificação no Pentecostes. A palavra do Senhor soou, primeiramente, sob o teto simples de Nazaré e, certo, se fará ouvir, de novo, por nosso intermédio, antes de tudo, no círculo dos nossos familiares e afeiçoados, com os quais devemos atender às obrigações que nos competem no tempo.
Quando o ensinamento do Mestre vibre entre as quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.
A observação impensada é ouvida sem revolta.
A calúnia é isolada no algodão do silêncio.
A enfermidade é recebida com calma.
O erro alheio encontra compaixão.
A maldade não encontra brechas para insinuar-se.
E aí, dentro desse paraíso que alguns já estão edificando, a benefício deles e dos outros, o estímulo é um cântico de solidariedade incessante, a bondade é uma fonte inexaurível de paz e entendimento, a gentileza é inspiração de todas as horas, o sorriso é a sombra de cada um e a palavra permanece revestida de luz, vinculada ao amor que o Amigo Celeste nos legou.
Somente depois da experiência evangélica do lar, o coração está realmente habilitado para distribuir o pão divino da Boa-Nova, junto da multidão, embora devamos o esclarecimento amigo e o conselho santificante aos companheiros da romagem humana, em todas as circunstâncias.
Não olvidemos, assim, os impositivos da aplicação com o Cristo, no santuário familiar, onde nos cabe o exemplo de paciência, compreensão, fraternidade, serviço, fé e bom ânimo, sob o reinado legítimo do amor, porque, estudando a Palavra do Céu em quatro Evangelhos, que constituem o Testamento da Luz, somos, cada um de nós, o quinto Evangelho inacabado, mas vivo e atuante, que estamos escrevendo com os próprios testemunhos, a fim de que a nossa vida seja uma revelação de Jesus, aberta ao olhar e à apreciação de todos, sem necessidade de utilizarmos muitas palavras na advertência ou na pregação.
Emmanuel
Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap 1, p. 11-12.
Fonte: Folder distribuído pela Federação Espírita Brasileira.www.febnet.org.br
POR QUE FAZER O EVANGELHO NO LAR? 

O Estudo do Evangelho no Lar abre as portas da nossa casa aos benefícios espirituais, da mesma forma que desentendimentos, brigas e xingamentos favorecem o assalto das sombras (Richard Simonetti). Atrai os bons e afasta ou esclarece os maus espíritos.
Conduz-nos a uma compreensão racional dos ensinamentos do Cristo, levando-nos ao esclarecimento e à aceitação de tê-los como roteiro seguro para nossas vidas. Ajuda-nos a superar as dificuldades no lar e fora dele, acendendo-nos a luz da compreensão e da paciência.
Modifica o padrão vibratório dos nossos pensamentos e sentimentos, desanuviando as nossa mentes congestionadas das criações inferiores, agentes da enfermidade e dos desequilíbrios. Com Jesus no Lar, pelo estudo e vivência do Evangelho, tem-se a verdadeira paz.
Com o Evangelho no Lar formamos as defesas magnéticas da nossa casa, impregnando o ambiente espiritual das energias positivas que desestimulam toda ação maléfica. É uma verdadeira segurança espiritual que passa a funcionar em benefício de todo o grupo.
Além da ajuda que essa prática proporciona no programa espiritual de todo o grupo familiar, estende a caridade aos vizinhos e a quantos se sintam também estimulados a mudar com o nosso exemplo Quantos espíritos igualmente se beneficiam com essa fonte de luz!

COMO FAZER DO EVANGELHO NO LAR?

Escolha um dia e uma hora da semana em que seja possível a presença de todos os membros da família ou da maior parte deles. Observar rigorosamente esse dia e horário para facilitar a assistência espiritual e consolidar o hábito da reunião.
Inciar a reunião com uma prece simples e espontânea num local da casa menos exposto às perturbações exteriores, em seguida, fazer a leitura de um trecho de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", aberto ao acaso ou previamente programado para estudo em sequência.
Fazer comentários breves sobre o trecho lido, trocando opiniões com o grupo quanto à aplicação dos ensinamentos na vida diária, evitando discussões, críticas e julgamento de membros do grupo ou de conhecidos em função da mensagem evangéilica.
A reunião deve ser dirigida por um membro da família ou pela pessoa que tiver mais conhecimento doutrinário, que deverá estimular a participação de todos e conduzir as explicações ao nível do entendimento prático dos presentes. Pode-se fazer outras leituras afins.
A duração deve ser de até 30 minutos, no máximo, incluindo a prece de encerramento, em que se agradecerá a assitência espiritual, lembrando a próxima reunião.
Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap. 1, p. 11-12.

Particularmente achei legal.
E aí? Vamos tirar um tempinho pra entrar em contato com o Criador? Vamos deixar Ele entrar e agir na nossa vida. Ele esta ansioso por entrar na nossa vida. Se você assim como eu der o primeiro passo pode ter certeza Ele vem correndo em su

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016


Culto Cristão no Lar


O culto do Evangelho no lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte onde o Cristianismo lance raízes de aperfeiçoamento e sublimação. A Boa-Nova seguiu da Manjedoura para as praças públicas e avançou da casa humilde de Simão Pedro para a glorificação no Pentecostes. A palavra do Senhor soou, primeiramente, sob o teto simples de Nazaré e, certo, se fará ouvir, de novo, por nosso intermédio, antes de tudo, no círculo dos nossos familiares e afeiçoados, com os quais devemos atender às obrigações que nos competem no tempo.
Quando o ensinamento do Mestre vibre entre as quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.
A observação impensada é ouvida sem revolta.
A calúnia é isolada no algodão do silêncio.
A enfermidade é recebida com calma.
O erro alheio encontra compaixão.
A maldade não encontra brechas para insinuar-se.
E aí, dentro desse paraíso que alguns já estão edificando, a benefício deles e dos outros, o estímulo é um cântico de solidariedade incessante, a bondade é uma fonte inexaurível de paz e entendimento, a gentileza é inspiração de todas as horas, o sorriso é a sombra de cada um e a palavra permanece revestida de luz, vinculada ao amor que o Amigo Celeste nos legou.
Somente depois da experiência evangélica do lar, o coração está realmente habilitado para distribuir o pão divino da Boa-Nova, junto da multidão, embora devamos o esclarecimento amigo e o conselho santificante aos companheiros da romagem humana, em todas as circunstâncias.
Não olvidemos, assim, os impositivos da aplicação com o Cristo, no santuário familiar, onde nos cabe o exemplo de paciência, compreensão, fraternidade, serviço, fé e bom ânimo, sob o reinado legítimo do amor, porque, estudando a Palavra do Céu em quatro Evangelhos, que constituem o Testamento da Luz, somos, cada um de nós, o quinto Evangelho inacabado, mas vivo e atuante, que estamos escrevendo com os próprios testemunhos, a fim de que a nossa vida seja uma revelação de Jesus, aberta ao olhar e à apreciação de todos, sem necessidade de utilizarmos muitas palavras na advertência ou na pregação.
Emmanuel
Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap 1, p. 11-12.
Fonte: Folder distribuído pela Federação Espírita Brasileira.www.febnet.org.br
POR QUE FAZER O EVANGELHO NO LAR? 

O Estudo do Evangelho no Lar abre as portas da nossa casa aos benefícios espirituais, da mesma forma que desentendimentos, brigas e xingamentos favorecem o assalto das sombras (Richard Simonetti). Atrai os bons e afasta ou esclarece os maus espíritos.
Conduz-nos a uma compreensão racional dos ensinamentos do Cristo, levando-nos ao esclarecimento e à aceitação de tê-los como roteiro seguro para nossas vidas. Ajuda-nos a superar as dificuldades no lar e fora dele, acendendo-nos a luz da compreensão e da paciência.
Modifica o padrão vibratório dos nossos pensamentos e sentimentos, desanuviando as nossa mentes congestionadas das criações inferiores, agentes da enfermidade e dos desequilíbrios. Com Jesus no Lar, pelo estudo e vivência do Evangelho, tem-se a verdadeira paz.
Com o Evangelho no Lar formamos as defesas magnéticas da nossa casa, impregnando o ambiente espiritual das energias positivas que desestimulam toda ação maléfica. É uma verdadeira segurança espiritual que passa a funcionar em benefício de todo o grupo.
Além da ajuda que essa prática proporciona no programa espiritual de todo o grupo familiar, estende a caridade aos vizinhos e a quantos se sintam também estimulados a mudar com o nosso exemplo Quantos espíritos igualmente se beneficiam com essa fonte de luz!

COMO FAZER DO EVANGELHO NO LAR?

Escolha um dia e uma hora da semana em que seja possível a presença de todos os membros da família ou da maior parte deles. Observar rigorosamente esse dia e horário para facilitar a assistência espiritual e consolidar o hábito da reunião.
Inciar a reunião com uma prece simples e espontânea num local da casa menos exposto às perturbações exteriores, em seguida, fazer a leitura de um trecho de "O Evangelho Segundo o Espiritsmo", aberto ao acaso ou previamente programado para estudo em sequência.
Fazer comentários breves sobre o trecho lido, trocando opiniões com o grupo quanto à aplicação dos ensinamentos na vida diária, evitando discussões, críticas e julgamento de membros do grupo ou de conhecidos em função da mensagem evangéilica.
A reunião deve ser dirigida por um membro da família ou pela pessoa que tiver mais conhecimento doutrinário, que deverá estimular a participação de todos e conduzir as explicações ao nível do entendimento prático dos presentes. Pode-se fazer outras leituras afins.
A duração deve ser de até 30 minutos, no máximo, incluindo a prece de encerramento, em que se agradecerá a assitência espiritual, lembrando a próxima reunião.
Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap. 1, p. 11-12.

Particularmente achei legal.
E aí? Vamos tirar um tempinho pra entrar em contato com o Criador? Vamos deixar Ele entrar e agir na nossa vida. Ele esta ansioso por entrar na nossa vida. Se você assim como eu der o primeiro passo pode ter certeza Ele vem correndo em sua direção

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Uma coisa que achei legal foi a proposta do Evangelho no Lar.

Culto Cristão no Lar

O culto do Evangelho no lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte onde o Cristianismo lance raízes de aperfeiçoamento e sublimação. A Boa-Nova seguiu da Manjedoura para as praças públicas e avançou da casa humilde de Simão Pedro para a glorificação no Pentecostes. A palavra do Senhor soou, primeiramente, sob o teto simples de Nazaré e, certo, se fará ouvir, de novo, por nosso intermédio, antes de tudo, no círculo dos nossos familiares e afeiçoados, com os quais devemos atender às obrigações que nos competem no tempo.

Quando o ensinamento do Mestre vibre entre as quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.

A observação impensada é ouvida sem revolta.

A calúnia é isolada no algodão do silêncio.

A enfermidade é recebida com calma.

O erro alheio encontra compaixão.

A maldade não encontra brechas para insinuar-se.

E aí, dentro desse paraíso que alguns já estão edificando, a benefício deles e dos outros, o estímulo é um cântico de solidariedade incessante, a bondade é uma fonte inexaurível de paz e entendimento, a gentileza é inspiração de todas as horas, o sorriso é a sombra de cada um e a palavra permanece revestida de luz, vinculada ao amor que o Amigo Celeste nos legou.

Somente depois da experiência evangélica do lar, o coração está realmente habilitado para distribuir o pão divino da Boa-Nova, junto da multidão, embora devamos o esclarecimento amigo e o conselho santificante aos companheiros da romagem humana, em todas as circunstâncias.

Não olvidemos, assim, os impositivos da aplicação com o Cristo, no santuário familiar, onde nos cabe o exemplo de paciência, compreensão, fraternidade, serviço, fé e bom ânimo, sob o reinado legítimo do amor, porque, estudando a Palavra do Céu em quatro Evangelhos, que constituem o Testamento da Luz, somos, cada um de nós, o quinto Evangelho inacabado, mas vivo e atuante, que estamos escrevendo com os próprios testemunhos, a fim de que a nossa vida seja uma revelação de Jesus, aberta ao olhar e à apreciação de todos, sem necessidade de utilizarmos muitas palavras na advertência ou na pregação.

Emmanuel

Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap 1, p. 11-12.

Fonte: Folder distribuído pela Federação Espírita Brasileira.www.febnet.org.br
POR QUE FAZER O EVANGELHO NO LAR? 

O Estudo do Evangelho no Lar abre as portas da nossa casa aos benefícios espirituais, da mesma forma que desentendimentos, brigas e xingamentos favorecem o assalto das sombras (Richard Simonetti). Atrai os bons e afasta ou esclarece os maus espíritos.

Conduz-nos a uma compreensão racional dos ensinamentos do Cristo, levando-nos ao esclarecimento e à aceitação de tê-los como roteiro seguro para nossas vidas. Ajuda-nos a superar as dificuldades no lar e fora dele, acendendo-nos a luz da compreensão e da paciência.

Modifica o padrão vibratório dos nossos pensamentos e sentimentos, desanuviando as nossa mentes congestionadas das criações inferiores, agentes da enfermidade e dos desequilíbrios. Com Jesus no Lar, pelo estudo e vivência do Evangelho, tem-se a verdadeira paz.

Com o Evangelho no Lar formamos as defesas magnéticas da nossa casa, impregnando o ambiente espiritual das energias positivas que desestimulam toda ação maléfica. É uma verdadeira segurança espiritual que passa a funcionar em benefício de todo o grupo.

Além da ajuda que essa prática proporciona no programa espiritual de todo o grupo familiar, estende a caridade aos vizinhos e a quantos se sintam também estimulados a mudar com o nosso exemplo Quantos espíritos igualmente se beneficiam com essa fonte de luz!

COMO FAZER DO EVANGELHO NO LAR?

Escolha um dia e uma hora da semana em que seja possível a presença de todos os membros da família ou da maior parte deles. Observar rigorosamente esse dia e horário para facilitar a assistência espiritual e consolidar o hábito da reunião.

Inciar a reunião com uma prece simples e espontânea num local da casa menos exposto às perturbações exteriores, em seguida, fazer a leitura de um trecho de "O Evangelho Segundo o Espiritsmo", aberto ao acaso ou previamente programado para estudo em sequência.

Fazer comentários breves sobre o trecho lido, trocando opiniões com o grupo quanto à aplicação dos ensinamentos na vida diária, evitando discussões, críticas e julgamento de membros do grupo ou de conhecidos em função da mensagem evangéilica.

A reunião deve ser dirigida por um membro da família ou pela pessoa que tiver mais conhecimento doutrinário, que deverá estimular a participação de todos e conduzir as explicações ao nível do entendimento prático dos presentes. Pode-se fazer outras leituras afins.

A duração deve ser de até 30 minutos, no máximo, incluindo a prece de encerramento, em que se agradecerá a assitência espiritual, lembrando a próxima reunião.
Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap. 1, p. 11-12.

Particularmente achei legal.
E aí? Vamos tirar um tempinho pra entrar em contato com o Criador? Vamos deixar Ele entrar e agir na nossa vida. Ele esta ansioso por entrar na nossa vida. Se você assim como eu der o primeiro passo pode ter certeza Ele vem correndo em sua direção. 

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Emancipação da Alma


Tem como definição o desprendimento do nosso corpo etéreo, fluídico, ou seja nossa alma do corpo físico, ou invólucro corpóreo como queiram durante o sono, ou durante uma catalepsia ou morte aparente ou estado de coma profundo.
Sendo popularmente conhecida por Viagem Astral ou desdobramento.
Embora estejamos ainda encarnados, nosso nossa alma não perde sua natureza, suas características etéreas.
Embora que ainda limitadas, parcialmente adormecidas dado ao fato de a mesma ainda estar ligada a um corpo físico.
Essa emancipação como já foi dito no paragrafo acima ocorre durante o sono, ou durante uma catalepsia ou morte aparente, estado de coma profundo quando as atividades cerebrais diminuem consideravelmente, bem como nossa atividade metabólica, fazendo-nos entrar em alternados estados de consciência.
O nosso espirito desprende-se sai do nosso corpo físico através de um fio de prata, também conhecido por cordão fluídico, criando-se com isso um circuito energético de ida e volta.
Durante essa projeção nosso espirito vagueia por diversos mundos uma vez que o espirito outrora preso corpo físico adquire ou readquire como queiram sua independência.
Alguns espíritos participam de acontecimentos em ambos os mundos.
Por exemplo: Uma pessoa sofre um acidente gravíssimo, tem um trauma que a leva entrar em estado de coma profundo, o espirito dessa pessoa sai vagueia pelo hospital e presencia um desencarne, presencia o espirito saindo daquele corpo.
Ou então apenas vagueiam por todo o hospital, alguns vão visitar parentes ainda encarnados
Outros vão ter com seus parentes já desencarnados, outros participam de cursos e palestras no mundo espiritual.
Essas viagens variam de acordo com os gostos, o desejo e preferências pessoais.
Existem casos de pessoas cujo espirito vão em lugares onde ocorrem orgias sexuais, jogatinas, brigas.
E em outros onde aquele espirito trabalha no resgate, no auxilio.
Ou seja nosso espirito desenvolve diversas atividades. Atividades estas que são de acordo com o desenvolvimento moral, espiritual, de acordo com a aptidão da pessoa.
Ocorrendo o que podemos chamar de intercâmbio entre os dois mundos.
Embora se nos pareça absurdo muitos de nossos sonhos lúcidos são na realidade lembranças dessas viagens astrais.
Entretanto vale ressaltar que nem todos os sonhos lúcidos são lembranças dessas viagens, sendo apenas um sonho fisiológico, ou seja, apenas uma criação de nossa mente.
Muitos pensam erroneamente que precisamos entrar no sono mais pesado para que haja essa emancipação.
Quando não.
Basta apenas que entremos em estado de torpor, ou seja que nossa sensibilidade, nossas atividades cerebrais diminuam para que o espirito readquira sua natureza leve, fluídica e o mesmo emancipar-se nem que seja por breves instantes.
O Espiritismo se nos ensina que esse intercâmbio ocorre por duas vias: a via mediúnica e através da emancipação da alma, o que chamamos de desdobramento.
Quando a emancipação da alma ocorre durante o sono o processo é semelhante ao citado acima a única diferença é o ambiente e as pessoas presentes um é o quarto de um hospital cercado de médicos, aparelhos e outro o quarto da casa da pessoa.
Em ambos os casos a pessoa retorna ao corpo físico recordando-se do que fez, onde esteve, o que presenciou, com quem esteve durante essa emancipação.

                                   
Nestes vídeos abaixo veremos de uma forma mais abrangente - A Emancipação da Alma.

Divaldo Franco - Desdobramento Saída Do Corpo Durante O Sono !






Emancipação da Alma Livro dos Espíritos, questões 400 a 402



As 3 Grandes Mentiras Sobre A Viagem Astral Que Você Precisa Saber - CADF 437.