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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Luto


Quem nunca passou pela dor de uma perda repentina ou não?
Certamente todos nós.
Ou a estamos passando, ou passamos, ou vamos passar ou passaremos de novo.
O luto é uma dor que aparentemente interminável.
Passar pelo luto não é fácil.
Toda dor é dor, nenhuma dor é igual a outra. E todos nós estamos sujeitos a ela.
Primeiro vem o choque inicial. Principalmente se você não estava esperando.
A pessoa sai saudável de casa e de repente ou sofre um mal súbito ou um acidente de carro nos vindo logo a seguir a noticia.
Todos nós somos seres únicos, ou seja, cada um encara a dor da perda de forma diferente.
Em outras palavras todos nós temos nosso próprio tempo.
O luto em si nos faz passar por uma avalanche de sentimentos que variam da revolta pela perda repentina a culpa. Medo, raiva, sensação de impotência.
Chore sua dor, viva o seu luto. Seu momento.
Não tente bancar o forte a todo momento. Permita-se desabar. Você é humano não uma máquina.
É natural que sintamo-nos culpados, que fiquemos com raiva, medo, sintamos um vazio apertar o peito. Mas, a longo prazo isso nos prejudica e prejudica principalmente ao ente que partiu, principalmente se o mesmo desencarnou de forma repentina.
Busque apoio, ajuda, amparo nem que seja ou com ajuda psicológica, ou cristã ou mesmo adotando um animalzinho. Você não estará sendo fraco e muito menos estará substituindo ao ente querido que partiu.
Muito pelo contrário.
Se ajudando aqui neste plano você estará ajudando ao seu ente desencarnado. 
Não encare a morte como "ah morreu acabou, nunca mais vou ver"
Olha o que a palavra de Deus nos diz sobre a morte:
Tenha em mente uma coisa não existe morreu acabou! A própria Bíblia nos relata isso em diversas passagens:
A morte é fato, não a como escapar dela. Cedo ou tarde todos nós iremos.
A morte é dolorosa, sofrida para os que ficam. Mas para os que partem é a libertação de um cativeiro, o retorno do filho pródigo a casa do pai.
Vamos agora ao que de fato os trouxe aqui; para onde iremos após a morte? 
O que acontece com o corpo?
Primeiro ocorre a histólise corporal que nada mais é a  que a putrefação do corpo, o nosso corpo físico será digerido ao longo do tempo por bilhões de vermes.
Esse processo de putrefação ocorre alguns minutos após a morte, o sangue torna-se ácido, o cálcio endurece seus ossos. Por ai vai.
E no lado espiritual o que acontece?
Em alguns casos os desencarnados ( em especial os criminosos de alta periculosidade, perversos, suicidas... ) acompanham a decomposição do corpo físico. Sofrendo dores terríveis. Vivendo e revivendo momentos dolorosos de suas mortes. Em contrapartida os que pautam suas vidas na misericórdia, na caridade, numa vida correta ganham a libertação imediate desse cativeiro que chamamos de corpo físico.
Muitos acompanham seus restos mortais até a sepultura, porém, não presenciam o que acontece com seus corpos físicos. Um premio para os cumpriram seus deveres, combateram o bom combate.
Nenhum espirito, nem mesmo os mais evoluídos desaparece como num passe de mágica. Muito pelo contrário, em gratidão e respeito permanece por algum tempo ao lado dos que lhe foram queridos.
Em segundo lugar vem a formação do corpo fluídico. Um novo corpo. Substitui-se aí o corpo físico ( corpo mortal, passível de danos muitas vezes dolorosos, permanentes) pelo corpo espiritual ( corpo fluídico quase semelhante ao carnal, Esse corpo é eterno, nosso verdadeiro corpo).
O apóstolo Paulo fala com toda propriedade:
"Semeia-se corpo material e colhe-se espiritual". Em outras palavras nos atos enquanto encarnados definirão nosso destino pós túmulo.
Mais a frente Paulo em seus escritos nos diz: "O corpo espiritual é o corpo da ressurreição".
Deixando-nos claro que a morte não é o fim, que apenas o corpo físico se acaba ao descer
a sepultura. Em resumo que existe vida após a morte.
Isaías 26:19, Oséias 13:14, 1 Corintios 15:21,22, 1 Corintios 15: 40,42. Apenas para citar
alguns que nos falam abertamente sobre a temida morte.
Que filho não fica feliz, honrado e descansado ao ter que voltar para casa depois de uma longa jornada? Não é mesmo?
Assim a morte deve ser encarada, sem medo, preconceito, sem as vendas do tabu.
O nosso corpo é constituído por carne, alma e espirito.
A carne é uma casca, uma embalagem que tem data de vencimento.
Começamos a morrer ao nascer. Cada dia que passa, é um dia a menos na nossa vida. 
A alma é o sopro da vida e o espirito é o que somos realmente e que um dia voltará ao seu local de origem a casa do pai eterno Deus Todo Poderoso.
Ali do outro lado nos reuniremos aos que partiram antes de nós. Pais, mães, avós, filhos.
Imaginem que felicidade, que regojizo será um dia todos nós hoje vivos, encarnados como queiram chamar nossa vivencia terrena nos reencontrarmos com a pessoa que marcou nossa vida, ou com aquele animalzinho que um dia choramos a partida ( todos somos espíritos o que nos diferencia é a etapa evolutiva, somos de uma certa forma todos irmãos, dai a obrigação que temos de trata-los com amor, compaixão e dignidade.). 
A morte não é o fim, mas o reinicio de uma nova vida, a verdadeira vida. A vida prometida a nós por nosso Senhor Jesus Cristo.
Não foi Ele mesmo que disse? " Não se turbe vosso coração; crede em Deus, crede também em mim.
Na casa de meu pai a muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito." João 14:1,2
Se Jesus o Filho de Deus  me diz que na casa do Pai a muitas moradas, quem sou eu para desmenti-lo? 
Ele próprio esta preparando esse lugar maravilhoso para nós. Quanta honra não é mesmo?
Então de hoje em diante vamos abandonar a tristeza da partida, pela felicidade.
Por que felicidade?
Por que eles não morreram, mas voltaram a casa do Pai. Eles não apenas estão vivos, como estão a nossa espera. 
Tristeza não, saudades sim.
Porque a morte não é o fim, mas uma longa viagem de retorno a casa do Pai.
Em outras palavras para os que creem a morte não é o fim.A morte é apenas uma transição. Uma viagem, uma  longa viagem rumo ao desconhecido.Porque desconhecido?Porque a priori não sabemos para onde vamos, qual mundo nos foi designado.Quem não crê na vida após a morte não crê na existência de Cristo.Uma vez que Ele próprio nos falou: "Aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim, não morrerá eternamente." Cada um de nós humanos ou animais ao nascer recebemos uma alma vivente, a única coisa que se nos diferencia é quanto a racionalidade. O que de fato morre é o corpo vivente. Este retorna a terra e no transcorrer do tempo este será consumido, deixando de existir por completo.Quanto a alma esta retorna ao seu local de origem, ou ao mundo que lhes será descortinado.Sabendo-se que não existe apenas um mundo habitado, mas muitos outros e a cada um de nós será descortinado um mundo diferente.O que define qual mundo se nos espera ao morrermos não é a denominação que em vida frequentamos, mas, a vida que levamos.
Nesse momento de transição, de troca o desencarnado não precisa de lágrimas, de dor, de sofrimento, não precisa que você fique chamando por ele sempre que estiveres sozinho.
Ele precisa de apenas uma coisa. Tua prece.Uma outra coisa que precisa ser dita é a seguinte, evite acender vela em casa principalmente se você acabou de vir do cemitério.No cemitério existem diversos tipos de espíritos, uns evoluídos, outros menos evoluídos, os trevosos e ao chegar em casa você leva consigo toda uma energia vibratória que partiu deles. Se você em casa acender uma vela esses espíritos não os evoluídos mas os dos mais baixos mundos em especial os trevosos por viverem nas trevas, na escuridão vão se sentir atraídos pela chama da vela. Você sem querer, sem imaginar vai atrair para sua casa esses espíritos que se faziam presentes no cemitério no momento da tua visita.E no transcorrer do tempo eles vão trazer transtornos para tua vida, para tua casa.Você passará a ver vultos negros, o clima da tua casa será de brigas, tristezas. E você correrá o risco de ter o mesmo fim deles. E ir habitar no mundo deles.Se você gosta de acender velas para finados acenda no cruzeiro ou do cemitério ou da igreja assim essas energias trevosas não vão seguir você.Em casa faça uma prece para eles, por suas almas. Peça a Deus misericórdia, muita luz e sabedoria de Deus a eles e em especial aos recém desencarnados ou aqueles que incorreram ao suicídio.Nesse próximo dia de finados não celebre a dor da partida, mas o retorno a casa do Pai.Não celebre a morte, mas, a vida.A morte não é o fim, mas o inicio de uma nova vida, uma nova etapa a qual todos nós independente da denominação por nós frequentada, independente do que cremos ou não, independente do sexo, raça, condição financeira cedo ou tarde teremos que passar.Viva o hoje como se não houvesse amanhã.Corrija os erros presentes e evite erros futuros.O passado já foi, o futuro a Deus pertence, viva apenas o presente.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2016


Morte Coletiva



Muitas vezes nos deparamos com situações trágicas onde grupos de pessoas desencarnam.
Vimos isso ocorrer na tragédia da Boate Kiss, nos atentados de 11 de Setembro, em outros acidentes aéreos, incêndio no Edifício Joelma, Andraus e tantas outras tragédias .
Abalando a todos.
Deixando a todos com a mesma questão.
Porque?
O espiritualismo se nos esclarece esta dúvida e tantas outras.
Segundo a espiritualidade nesses casos houve um resgate coletivo.
O livro O Consolador psicografado pelo médium Chico Xavier nos diz:
"Como se processa a provação coletiva?
Na provação coletiva verifica-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro.
O mecanismo da justiça, nas leis das compensações, funciona então espontaneamente, através do preposto de Cristo, que convocam os comparsas na divida no pretérito para os resgates em comum, razão por que, muitas vezes, intitulais "doloroso acaso" às circunstâncias reúnem as criaturas mais díspares no mesmo acidente, que lhes ocasiona     a morte do corpo físico ou as mais variadas mutilações, no quadro dos seus compromissos individuais"  
Em outras palavras:
Todos numa vida passada tiveram algum elo seja de fraternal ou parental, ou não, reencontrando-se apenas no dia fatídico e todos cometeram atos semelhantes na existência pretérita.
E em conjunto na existência passada descumpriram a lei divina deixando um débito a ser quitado.
Todos tinham de estar na mesma hora, local para pagar, sanar este débito pretérito.
Uma espécie de reajuste, acerto de contas com Deus a espiritualidade.
Leon Denis nos diz no livro - O Problema do ser do Destino e da dor - primeira parte:
"Pergunta-se às vezes o que se deve pensar das mortes prematuras, das mortes acidentais, das catástrofes que, de um golpe, destroem numerosas existências humanas. Como conciliar esses fatos com a ideia de plano, de providência, de harmonia universal?
As existências interrompidas prematuramente por causa de acidentes chegaram ao seu termo previsto. São em geral, complementares de existências anteriores, truncadas por causa de abusos ou excessos. Quando, em conseqüências de hábitos desregrados, se gastaram os recursos vitais antes da hora marcada pela natureza. Tem-se de voltar a perfazer, numa existência mais curta, o lapso de tempo que a existência precedente devia ter normalmente preenchido. Sucede que os seres humanos, que devem dar essa reparação, se reúnem num ponto pela força do destino, para sofrerem, numa morte trágica, as conseqüências de atos que têm relação com o passado anterior ao nascimento. Daí, as mortes coletivas, as catástrofes que lançam no mundo um aviso. Aqueles que assim partem, acabaram o tempo que tinham de viver e vão preparar-se para existências melhores."
Divaldo Franco nos diz com muita propriedade:
"As mortes coletivas acontecem por fenômenos cármicos, decorrência natural da lei de causalidade. Aqueles que coletivamente feriram, magoaram, agrediram, desrespeitaram, as leis de uma ou de outra forma, encontram-se nas sucessivas jornadas da reencarnação para coletivamente resgatarem os crimes perpetuados.
"Ou seja, todos de um determinado grupo ou não tem suas provas e expiações serem pagas.
Não adianta, é a Lei Divina.
Deus permite que isso aconteça, não por Ele ser vingativo. Nada disso.
Tudo coopera para o bem. 
Calamidades, tragédias são necessárias para nosso próprio bem, para nosso 
adiantamento, para nosso crescimento moral, psicológico e espiritual.
Essas pessoas tiveram que partir de forma coletiva para o seu próprio bem, para o seu adiantamento moral e espiritual.
Todos os dias uma equipe médica e socorrista é prepara para receber a todos os que 
partem seja de forma coletiva ou individual.
Divaldo Franco ainda nos esclarece:
"Aqueles que individualmente se acham renovados pelo processo da renovação moral, 
aqueles que conseguiram romper as amarras do grupo, pelo Bem que fizeram, naturalmente minimizaram as conseqüências do Mal que realizaram, e muitas vezes são poupados, estão excluídos do débito coletivo pelo Bem que individualmente fizeram. 
Muitas vezes, num acidente aéreo, uma pessoa escapa; outro chega ao balcão do aeroporto e acaba de perder o vôo. Mas aquele “perder” de um voo foi o “ganhar” da existência planetária; num acidente alguém consegue sobreviver" .Ou seja a morte nada mais é que a libertação do nosso verdadeiro eu, a libertação de um cativeiro.
A morte é o retorno da criatura a seu criador.
Não existe fatalidade, não existe azar.
Allan Kardec no Livro do Espíritos nos esclarece com mais profundidade ainda a essa 
questão - A Morte Coletiva Porque?
"Fatalidade 851. Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme o sentido que se
dá a este vocábulo? Quer dizer: todos os acontecimentos são predeterminados? E, neste
caso, que vem a ser do livre-arbítrio? “A fatalidade existe unicamente pela escolha que o
Espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo-a, instituiu para si
uma espécie de destino, que é a consequência mesma da posição em que vem a achar-se colocado. Falo das provas físicas, pois, pelo que toca às provas morais e às tentações, o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir. Ao vê-lo fraquear, um bom Espírito pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a dominar-lhe a vontade. Um Espírito mau, isto é, inferior, mostrando-lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico, o poderá abalar e amedrontar. Nem por isso, entretanto, a vontade do Espírito encarnado deixa de se conservar livre de quaisquer peias.” 852. Há pessoas que parecem perseguidas por uma fatalidade, independente da maneira por que procedem. Não lhes estará no destino o infortúnio? “São, talvez, provas que lhes caiba sofrer e que elas escolheram. Porém, ainda aqui lançais à conta do destino o que as mais das vezes é apenas consequência de vossas próprias faltas. Trata de ter pura a consciência em meio dos males que te afligem e já bastante consolado te sentirás.” As ideias exatas ou falsas que fazemos das coisas nos levam a ser bem ou malsucedidos, de acordo com o nosso caráter e a nossa posição social.
Achamos mais simples e menos humilhante para o nosso amor-próprio atribuir antes à sorte ou ao destino os insucessos que experimentamos, do que à nossa própria falta. É certo que para isso contribui algumas vezes a influência dos Espíritos, mas também o é que podemos sempre forrar-nos a essa influência, repelindo as ideias que eles nos sugerem, quando más. 853. Algumas pessoas só escapam de um perigo mortal para cair em outro. Parece que não podiam escapar da morte. Não há nisso fatalidade? “Fatal, no verdadeiro sentido da palavra, só o instante da morte o é. Chegado esse momento, de uma forma ou doutra, a ele não podeis furtar-vos.” a) Assim, qualquer que seja o perigo que nos ameace, se a hora da morte ainda não chegou, não morreremos? “Não; não perecerás e tens disso milhares de exemplos. Quando, porém, soe a hora da tua partida, nada poderá impedir que partas. Deus sabe de antemão de que gênero será a morte do homem e muitas vezes seu Espírito também o sabe, por lhe ter sido isso revelado, quando escolheu tal ou qual existência.” 854. Do fato de ser infalível a hora da morte, poder-se-á deduzir que sejam inúteis as precauções que tomemos para evitá-la? “Não, visto que as precauções que tomais vos são sugeridas com o fito de evitardes a morte que vos ameaça. São um dos meios empregados para que ela não se dê.” 855. Com que fim nos faz a Providência correr perigos que nenhuma consequência devem ter? “O fato de ser a tua vida posta em perigo constitui um aviso que tu mesmo desejaste, a fim de te desviares do mal e te tornares melhor. Se escapas desse perigo, quando ainda sob a impressão do risco que correste, cogitas, mais ou menos seriamente, de te melhorares, conforme seja mais ou menos forte sobre ti a influência dos Espíritos bons. Sobrevindo o mau Espírito (digo mau, subentendendo o mal que ainda existe nele), entras a pensar que do mesmo modo escaparás a outros perigos e deixas que de novo tuas paixões se desencadeiem. Por meio dos perigos que correis, Deus vos lembra a vossa fraqueza e a fragilidade da vossa existência. Se examinardes a causa e a natureza do perigo, verificareis que, quase sempre, suas consequências teriam sido a punição de uma falta cometida ou da negligência no cumprimento de um dever. Deus, por essa forma, exorta o Espírito a cair em si e a se emendar.” (526 a 532) 856. Sabe o Espírito antecipadamente de que gênero será sua morte? “Sabe que o gênero de vida que escolheu o expõe mais a morrer desta do que daquela maneira. Sabe igualmente quais as lutas que terá de sustentar para evitá-lo e que, se Deus o permitir, não sucumbirá.” 857. Há homens que afrontam os perigos dos combates, persuadidos, de certo modo, de que a hora não lhes chegou. Haverá algum fundamento para essa confiança? “Muito amiúde tem o homem o pressentimento do seu fim, como pode ter o de que ainda não morrerá. Esse pressentimento lhe vem dos Espíritos seus protetores, que assim o advertem para que esteja pronto a partir, ou lhe fortalecem a coragem nos momentos em que mais dela necessita. Pode vir-lhe também da intuição que tem da existência que escolheu, ou da missão que aceitou e que sabe ter que cumprir.” (411 a 522) 858. Por que razão os que pressentem a morte a temem geralmente menos do que os outros? “Quem teme a morte é o homem, não o Espírito. Aquele que a pressente pensa mais como Espírito do que como homem. Compreende ser ela a sua libertação e espera-a.” 859. Com todos os acidentes, que nos sobrevêm no curso da vida, se dá o mesmo que com a morte, que não pode ser evitada, quando tem de ocorrer? “São de ordinário coisas muito insignificantes, de sorte que vos podemos prevenir deles e fazer que os eviteis algumas vezes, dirigindo o vosso pensamento, pois nos desagradam os sofrimentos materiais. Isso, porém, nenhuma importância tem na vida que escolhestes. A fatalidade, verdadeiramente, só existe quanto ao momento em que deveis aparecer e desaparecer deste mundo.” Parte Terceira – Capítulo X 380 a) Haverá fatos que forçosamente devam dar-se e que os Espíritos não possam conjurar, embora o queiram? “Há, mas que tu viste e pressentiste quando, no estado de Espírito, fizeste a tua escolha. Não creias, entretanto, que tudo o que sucede esteja escrito, como costumam dizer. Um acontecimento qualquer pode ser a consequência de um ato que praticaste por tua livre vontade, de tal sorte que, se não o houvesses praticado, o acontecimento não se teria dado. Imagina que queimas o dedo. Isso nada mais é senão resultado da tua imprudência e efeito da matéria. Só as grandes dores, os fatos importantes e capazes de influir no moral, Deus os prevê, porque são úteis à tua depuração e à tua instrução.”
Em resumo ninguém a de escapar do destino que lhes fora traçado ainda no plano espiritual.
Todos nós crentes ou não - não sabemos o que nos foi preparado.
Quando vai ser nem se vai ser coletivo ou não.
Só parte-se antes do tempo no suicídio, não nessas tragédias.
Irmão e irmã Deus é tão misericordioso que antes dessas partidas Ele pré seleciona uma verdadeira equipe médica.
Nossos irmãos que partiram estão bem, alguns por estarem demasiadamente revoltado, assustado são postos para dormir. 
Por meio de anestesia e lá recebem todo socorro necessário.
E aos poucos são doutrinados, esclarecidos quanto a nova existência.
Podem demorar para aceitar sua nova condição o que é natural que ocorra pois alguns partem no auge de sua juventude. Mas uma hora irão aceitar.
É aí que nosso auxílio é importante.
Como?
Não demonstrar desespero.
O desespero piora a situação deles, principalmente dos que ainda não aceitaram sua nova condição. Dificultando tanto o auxílio da espiritualidade como o próprio adiantamento espiritual do ou dos envolvidos.
Devemos sim, nos irmanar todos em oração pelos que ficam, parentes e amigos e também pelos que partiram.
Enviando a todos os envolvidos seja de forma direta ou indireta uma vibração positiva de amor, misericórdia e perdão.
Pedir sabedoria, força e paciência aos que ficaram.
E luz, paz e entendimento para os que partiram.
Sem dor, sem revolta contra Deus e/ou as circunstâncias que custaram a vida dos nossos amados. Com lágrimas nos olhos e nó na garganta sim.
Mas na certeza que Deus Pai de Misericórdia já os acolheu.
Seguir nossas vidas na certeza que no momento certo iremos nos encontrar com todos os nossos parentes e amigos que partiram antes de nós.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016


Morte Coletiva



Muitas vezes nos deparamos com situações trágicas onde grupos de pessoas desencarnam.
Vimos isso ocorrer na tragédia da Boate Kiss, nos atentados de 11 de Setembro, em outros acidentes aéreos, incêndio no Edifício Joelma, Andraus e tantas outras tragédias .
Abalando a todos.
Deixando a todos com a mesma questão.
Porque?
O espiritualismo se nos esclarece esta dúvida e tantas outras.
Segundo a espiritualidade nesses casos houve um resgate coletivo.
O livro O Consolador psicografado pelo médium Chico Xavier nos diz:
"Como se processa a provação coletiva?
Na provação coletiva verifica-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro.
O mecanismo da justiça, nas leis das compensações, funciona então espontaneamente, através do preposto de Cristo, que convocam os comparsas na divida no pretérito para os resgates em comum, razão por que, muitas vezes, intitulais "doloroso acaso" às circunstâncias reúnem as criaturas mais díspares no mesmo acidente, que lhes ocasiona     a morte do corpo físico ou as mais variadas mutilações, no quadro dos seus compromissos individuais"  
Em outras palavras:
Todos numa vida passada tiveram algum elo seja de fraternal ou parental, ou não, reencontrando-se apenas no dia fatídico e todos cometeram atos semelhantes na existência pretérita.
E em conjunto na existência passada descumpriram a lei divina deixando um débito a ser quitado.
Todos tinham de estar na mesma hora, local para pagar, sanar este débito pretérito.
Uma espécie de reajuste, acerto de contas com Deus a espiritualidade.
Leon Denis nos diz no livro - O Problema do ser do Destino e da dor - primeira parte:
"Pergunta-se às vezes o que se deve pensar das mortes prematuras, das mortes acidentais, das catástrofes que, de um golpe, destroem numerosas existências humanas. Como conciliar esses fatos com a ideia de plano, de providência, de harmonia universal?
As existências interrompidas prematuramente por causa de acidentes chegaram ao seu termo previsto. São em geral, complementares de existências anteriores, truncadas por causa de abusos ou excessos. Quando, em conseqüências de hábitos desregrados, se gastaram os recursos vitais antes da hora marcada pela natureza. Tem-se de voltar a perfazer, numa existência mais curta, o lapso de tempo que a existência precedente devia ter normalmente preenchido. Sucede que os seres humanos, que devem dar essa reparação, se reúnem num ponto pela força do destino, para sofrerem, numa morte trágica, as conseqüências de atos que têm relação com o passado anterior ao nascimento. Daí, as mortes coletivas, as catástrofes que lançam no mundo um aviso. Aqueles que assim partem, acabaram o tempo que tinham de viver e vão preparar-se para existências melhores."
Divaldo Franco nos diz com muita propriedade:
"As mortes coletivas acontecem por fenômenos cármicos, decorrência natural da lei de
causalidade. Aqueles que coletivamente feriram, magoaram, agrediram, desrespeitaram, as eis de uma ou de outra forma, encontram-se nas sucessivas jornadas da reencarnação 
para coletivamente resgatarem os crimes perpetuados.
"Ou seja, todos de um determinado grupo ou não tem suas provas e expiações a serem 
pagas.
Não adianta, é a Lei Divina.
Deus permite que isso aconteça, não por Ele ser vingativo. Nada disso.
Tudo coopera para o bem. 
Calamidades, tragédias são necessárias para nosso próprio bem, para nosso 
adiantamento, para nosso crescimento moral, psicológico e espiritual.
Essas pessoas tiveram que partir de forma coletiva para o seu próprio bem, para o seu 
adiantamento moral e espiritual.
Todos os dias uma equipe médica e socorrista é prepara para receber a todos os que 
partem seja de forma coletiva ou individual.
Divaldo Franco ainda nos esclarece:
"Aqueles que individualmente se acham renovados pelo processo da renovação moral, 
aqueles que conseguiram romper as amarras do grupo, pelo Bem que fizeram, 
naturalmente minimizaram as conseqüências do Mal que realizaram, e muitas vezes são 
poupados, estão excluídos do débito coletivo pelo Bem que individualmente fizeram. 
Muitas vezes, num acidente aéreo, uma pessoa escapa; outro chega ao balcão do 
aeroporto e acaba de perder o vôo. Mas aquele “perder” de um voo foi o “ganhar” da 
existência planetária; num acidente alguém consegue sobreviver"
Ou seja a morte nada mais é que a libertação do nosso verdadeiro eu, a libertação de um 
cativeiro.
A morte é o retorno da criatura a seu criador.
Não existe fatalidade, não existe azar.
Allan Kardec no Livro do Espíritos nos esclarece com mais profundidade ainda a essa 
questão - A Morte Coletiva Porque?
"Fatalidade 851. Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme o sentido que se
dá a este vocábulo? Quer dizer: todos os acontecimentos são predeterminados? E, neste
caso, que vem a ser do livre-arbítrio? “A fatalidade existe unicamente pela escolha que o
Espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo-a, instituiu para si
uma espécie de destino, que é a consequência mesma da posição em que vem a achar-se colocado. Falo das provas físicas, pois, pelo que toca às provas morais e às tentações, o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir. Ao vê-lo fraquear, um bom Espírito pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a dominar-lhe a vontade. Um Espírito mau, isto é, inferior, mostrando-lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico, o poderá abalar e amedrontar. Nem por isso, entretanto, a vontade do Espírito encarnado deixa de se conservar livre de quaisquer peias.” 852. Há pessoas que parecem perseguidas por uma fatalidade, independente da maneira por que procedem. Não lhes estará no destino o infortúnio? “São, talvez, provas que lhes caiba sofrer e que elas escolheram. Porém, ainda aqui lançais à conta do destino o que as mais das vezes é apenas consequência de vossas próprias faltas. Trata de ter pura a consciência em meio dos males que te afligem e já bastante consolado te sentirás.” As ideias exatas ou falsas que fazemos das coisas nos levam a ser bem ou malsucedidos, de acordo com o nosso caráter e a nossa posição social.
Achamos mais simples e menos humilhante para o nosso amor-próprio atribuir antes à sorte ou ao destino os insucessos que experimentamos, do que à nossa própria falta. É certo que para isso contribui algumas vezes a influência dos Espíritos, mas também o é que podemos sempre forrar-nos a essa influência, repelindo as ideias que eles nos sugerem, quando más. 853. Algumas pessoas só escapam de um perigo mortal para cair em outro. Parece que não podiam escapar da morte. Não há nisso fatalidade? “Fatal, no verdadeiro sentido da palavra, só o instante da morte o é. Chegado esse momento, de uma forma ou doutra, a ele não podeis furtar-vos.” a) Assim, qualquer que seja o perigo que nos ameace, se a hora da morte ainda não chegou, não morreremos? “Não; não perecerás e tens disso milhares de exemplos. Quando, porém, soe a hora da tua partida, nada poderá impedir que partas. Deus sabe de antemão de que gênero será a morte do homem e muitas vezes seu Espírito também o sabe, por lhe ter sido isso revelado, quando escolheu tal ou qual existência.” 854. Do fato de ser infalível a hora da morte, poder-se-á deduzir que sejam inúteis as precauções que tomemos para evitá-la? “Não, visto que as precauções que tomais vos são sugeridas com o fito de evitardes a morte que vos ameaça. São um dos meios empregados para que ela não se dê.” 855. Com que fim nos faz a Providência correr perigos que nenhuma consequência devem ter? “O fato de ser a tua vida posta em perigo constitui um aviso que tu mesmo desejaste, a fim de te desviares do mal e te tornares melhor. Se escapas desse perigo, quando ainda sob a impressão do risco que correste, cogitas, mais ou menos seriamente, de te melhorares, conforme seja mais ou menos forte sobre ti a influência dos Espíritos bons. Sobrevindo o mau Espírito (digo mau, subentendendo o mal que ainda existe nele), entras a pensar que do mesmo modo escaparás a outros perigos e deixas que de novo tuas paixões se desencadeiem. Por meio dos perigos que correis, Deus vos lembra a vossa fraqueza e a fragilidade da vossa existência. Se examinardes a causa e a natureza do perigo, verificareis que, quase sempre, suas consequências teriam sido a punição de uma falta cometida ou da negligência no cumprimento de um dever. Deus, por essa forma, exorta o Espírito a cair em si e a se emendar.” (526 a 532) 856. Sabe o Espírito antecipadamente de que gênero será sua morte? “Sabe que o gênero de vida que escolheu o expõe mais a morrer desta do que daquela maneira. Sabe igualmente quais as lutas que terá de sustentar para evitá-lo e que, se Deus o permitir, não sucumbirá.” 857. Há homens que afrontam os perigos dos combates, persuadidos, de certo modo, de que a hora não lhes chegou. Haverá algum fundamento para essa confiança? “Muito amiúde tem o homem o pressentimento do seu fim, como pode ter o de que ainda não morrerá. Esse pressentimento lhe vem dos Espíritos seus protetores, que assim o advertem para que esteja pronto a partir, ou lhe fortalecem a coragem nos momentos em que mais dela necessita. Pode vir-lhe também da intuição que tem da existência que escolheu, ou da missão que aceitou e que sabe ter que cumprir.” (411 a 522) 858. Por que razão os que pressentem a morte a temem geralmente menos do que os outros? “Quem teme a morte é o homem, não o Espírito. Aquele que a pressente pensa mais como Espírito do que como homem. Compreende ser ela a sua libertação e espera-a.” 859. Com todos os acidentes, que nos sobrevêm no curso da vida, se dá o mesmo que com a morte, que não pode ser evitada, quando tem de ocorrer? “São de ordinário coisas muito insignificantes, de sorte que vos podemos prevenir deles e fazer que os eviteis algumas vezes, dirigindo o vosso pensamento, pois nos desagradam os sofrimentos materiais. Isso, porém, nenhuma importância tem na vida que escolhestes. A fatalidade, verdadeiramente, só existe quanto ao momento em que deveis aparecer e desaparecer deste mundo.” Parte Terceira – Capítulo X 380 a) Haverá fatos que forçosamente devam dar-se e que os Espíritos não possam conjurar, embora o queiram? “Há, mas que tu viste e pressentiste quando, no estado de Espírito, fizeste a tua escolha. Não creias, entretanto, que tudo o que sucede esteja escrito, como costumam dizer. Um acontecimento qualquer pode ser a consequência de um ato que praticaste por tua livre vontade, de tal sorte que, se não o houvesses praticado, o acontecimento não se teria dado. Imagina que queimas o dedo. Isso nada mais é senão resultado da tua imprudência e efeito da matéria. Só as grandes dores, os fatos importantes e capazes de influir no moral, Deus os prevê, porque são úteis à tua depuração e à tua instrução.”
Em resumo ninguém a de escapar do destino que lhes fora traçado ainda no plano espiritual.
Todos nós crentes ou não - não sabemos o que nos foi preparado.
Quando vai ser nem se vai ser coletivo ou não.
Só parte-se antes do tempo no suicídio, não nessas tragédias.
Irmão e irmã Deus é tão misericordioso que antes dessas partidas Ele pré seleciona uma verdadeira equipe médica.
Nossos irmãos que partiram estão bem, alguns por estarem demasiadamente revoltado, assustado são postos para dormir. 
Por meio de anestesia e lá recebem todo socorro necessário.
E aos poucos são doutrinados, esclarecidos quanto a nova existência.
Podem demorar para aceitar sua nova condição o que é natural que ocorra pois alguns partem no auge de sua juventude. Mas uma hora irão aceitar.
É aí que nosso auxílio é importante.
Como?
Não demonstrar desespero.
O desespero piora a situação deles, principalmente dos que ainda não aceitaram sua nova condição. Dificultando tanto o auxílio da espiritualidade como o próprio adiantamento espiritual do ou dos envolvidos.
Devemos sim, nos irmanar todos em oração pelos que ficam, parentes e amigos e também pelos que partiram.
Enviando a todos os envolvidos seja de forma direta ou indireta uma vibração positiva de amor, misericórdia e perdão.
Pedir sabedoria, força e paciência aos que ficaram.
E luz, paz e entendimento para os que partiram.
Sem dor, sem revolta contra Deus e/ou as circunstâncias que custaram a vida dos nossos amados . Com lágrimas nos olhos e nó na garganta sim.
Mas na certeza que Deus Pai de Misericórdia já os acolheu.
Seguir nossas vidas na certeza que no momento certo iremos nos encontrar com todos os nossos parentes e amigos que partiram antes de nós.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec


CAPÍTULO III  

HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DO PAI  

Diferentes estados do Espírito na erraticidade - Diferentes categorias de mundos habitados - Destinação da Terra.  Causa dos tormentos terrestres - Instruções dos Espíritos: Mundos adiantados e mundos atrasados - Mundos de expiação e de provas - Mundos regeneradores - Progressão dos mundos.  
1. Que vosso coração não se perturbe. Crede em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa do Pai. Se assim não fosse, eu já vos teria dito, porque eu me vou para vos preparar o lugar e depois que eu tenha ido e que vos tenha preparado o lugar, eu voltarei e vos retomarei para mim, a fim de que lá onde eu estiver aí estejais também. (João, cap. XIV, v. 1, 2 e 3).
DIFERENTES ESTADOS DO ESPÍRITO NA ERRATICIDADE  
2. A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito, e oferecem, aos Espíritos encarnados, moradas apropriadas ao seu adiantamento. Independente da diversidade dos mundos, essas palavras podem também ser entendidas como o estado feliz ou infeliz do Espírito na erraticidade. Segundo ele seja mais ou menos adiantado e desligado dos laços materiais, o meio em que se encontra, o aspecto das coisas, as sensações que experimenta, as percepções que possui, variam ao infinito. Enquanto que uns não podem se distanciar da esfera física em que viveram, outros se elevam e percorrem o espaço e os mundos. Enquanto certos Espíritos em erro estacionam no Umbral, os felizes gozam de uma claridade resplandecente e do sublime espetáculo do infinito. Enquanto, enfim, que o errado, atormentado de remorsos e de lamentações, frequentemente só, sem consolação, separado dos objetos da sua afeição, geme sob o peso dos tormentos morais, o correto, reunido àqueles que ama, goza as doçuras de uma indescritível felicidade. Lá também há, pois, várias moradas, embora não sejam circunscritas nem localizadas.  
3. Do ensinamento dado pelos Espíritos, resulta que os diversos mundos estão em condições muito diferentes uns dos outros quanto ao grau evolutivo material e espiritual, de adiantamento ou de  inferioridade, de seus habitantes. Entre eles há os que seus habitantes são ainda inferiores aos da Terra, física e moralmente. Outros estão no mesmo grau, e outros lhes são mais ou menos superiores em todos os aspectos. Nos mundos primitivos, a existência é toda material, os errados desejos reinam soberanamente, e a vida moral é quase nula. À medida que esta se desenvolve, a influência da matéria diminui, de tal sorte que, nos mundos mais evoluídos, a vida, por assim dizer, é toda espiritual. 
4. Nos mundos intermediários, há mistura do certo e do errado, predominância de um ou de outro, segundo o grau de evolução. Embora não possa ser feita, dos diversos mundos, uma classificação absoluta, pode-se, todavia, em razão de seu estado e de sua destinação, e baseando-se nas diferenças mais acentuadas, dividi-los de um modo geral, como se segue: os mundos primitivos, destinados às primeiras encarnações do Espírito humano. Os mundos de expiação e de provas, onde o erro predomina. Os mundos regeneradores, onde os Espíritos que ainda têm o que expiar obtém novas forças, repousando das fadigas da luta. Os mundos felizes, onde o certo se sobrepõe ao errado. Os mundos celestes ou divinos, morada dos Espíritos puros e perfeitos, onde o certo reina inteiramente.  A Terra pertence à categoria dos mundos de expiação e de provas, e é por isso que o humano nela é alvo de tantas aflições. 
5. Os Espíritos encarnados num mundo, a ele não estão ligados indefinidamente, e não cumprem nele todas as fases progressivas que devem percorrer para atingirem a pureza e perfeição. Quando atingiram nesse mundo o grau de evolução que ele comporta, passam para um mundo mais evoluído, e assim sucessivamente até que tenham atingido o estado de Espíritos puros e perfeitos. São igualmente, estações em cada uma das quais encontram elementos de progresso, proporcionais ao seu grau evolutivo. É para eles uma recompensa passar para um mundo de ordem mais evoluída, como é uma provação prolongarem sua demora em um mundo menos evoluído, ou serem relegados para um mundo mais material e infeliz ainda que aquele que são forçados a deixar, quando são obstinados no erro.

Estes parágrafos tratam senão de um tema que salvo engano este Blog já abordou, que é a pluralidade dos mundos.
Primeiramente, você sabe ou pelo menos tem uma pequena noção do que te espera depois da morte?
Não!
Sabia que a morte não é o fim?
Também não?
Então saiba que a morte não é o fim, mas um novo recomeço onde de fato pagaremos por
todos os nossos crimes sejam eles de ordem legal, isso juridicamente falando como também
e principalmente falando crimes espirituais.
A morte é fato, não a como escapar dela. Cedo ou tarde todos nós iremos.
A morte é dolorosa, sofrida para os que ficam. 
Mas para os que partem é a libertação de um cativeiro, o retorno do filho pródigo a casa do
pai.
Vamos agora ao que de fato os trouxe aqui; para onde iremos após a morte? 
O que acontece com o corpo?
Primeiro ocorre a histólise corporal que nada mais é a  que a putrefação do corpo, o nosso
corpo físico será digerido ao longo do tempo por bilhões de vermes.
Esse processo de putrefação ocorre alguns minutos após a morte, o sangue torna-se ácido,
o cálcio endurece seus ossos. Por ai vai.
E no lado espiritual o que acontece?
Em alguns casos os desencarnados ( em especial os criminosos de alta periculosidade,
perversos, suicidas... ) acompanham a decomposição do corpo físico. Sofrendo dores
terríveis. 
Vivendo e revivendo momentos dolorosos de suas mortes. 
Em contrapartida os que pautam suas vidas na misericórdia, na caridade, numa vida correta
ganham a libertação imediatamente desse cativeiro que chamamos de corpo físico.
Muitos acompanham seus restos mortais até a sepultura, porém, não presenciam o que
acontece com seus corpos físicos. 
Um premio para os cumpriram seus deveres, combateram o bom combate.
Nenhum espirito, nem mesmo os mais evoluídos desaparece como num passe de mágica.
Muito pelo contrário, em gratidão e respeito permanece por algum tempo ao lado dos que 
lhe foram queridos.
Em segundo lugar vem a formação do corpo fluídico. Um novo corpo. 
Substitui-se aí o corpo físico ( corpo mortal, passível de danos muitas vezes dolorosos,
permanentes) pelo corpo espiritual ( corpo fluídico quase semelhante ao carnal, Esse corpo
é eterno, nosso verdadeiro corpo).
O apóstolo Paulo fala com toda propriedade:"Semeia-se corpo material e colhe-se
espiritual". 
Em outras palavras nos atos enquanto encarnados definirão nosso destino pós túmulo.Mais
a frente Paulo em seus escritos nos diz: "O corpo espiritual é o corpo da ressurreição".
Deixando-nos claro que a morte não é o fim, que apenas o corpo físico se acaba ao descer
a sepultura. 
A muitos planos espirituais. 
Alguns mais evoluídos, outros nem tanto os chamado planos expiatórios (nosso caso) e
outros nada evoluídos o qual denominamos por Umbral.
Sendo assim, devemos viver a vida pensando no futuro, nas consequências futuras.
Não é com problemas pessoais, bens, que devemos nos preocupar uma vez que tudo aqui
é passageiro, transitório.
Devemos nos preocupar sim e muito com o que se nos espera no outro lado.
A semeadura é livre mas a colheita é obrigatória.
Nós temos o livre arbítrio, mas, ao fim da vida todos teremos o justo salário.
O nosso real destino só saberemos após a morte e de acordo com a vida que levamos.
Tudo, absolutamente tudo, até mesmo pequenos gestos que fazemos hoje, que temos
hoje, agora, tanto para o bem como para o mal tem uma consequência futura, um preço
que indubitavelmente pagaremos, querendo ou não. 
Crendo ou não.Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer nessa vida tem influencia
e consequência se não nessa vida, mas, na outra. Na vida post mortem.
A morte nada mais é que a justa colheita do que semeamos em vida.
Quanto mais nobres forem nossos atos nessa vida menores serão as penas que
sofreremos em outro plano. 
E mais rápido alcançaremos a evolução espiritual e mais rápido iremos para um plano
evoluído, um plano de luz.
Em detrimento de quem só plantou desgraças, ruínas, dores, sofrimentos, atos egoísticos.
Se em vida eu não soube amar, perdoar, fui uma pessoa cruel mais duras serão as penas
por mim sofridas e mais baixo será o plano espiritual a ser habitado por mim.
Certamente irei para o umbral e demais zonas inferiores.
Onde sofrerei as mais duras penas por meus atos criminosos perante Deus e perante a alta espiritualidade.Muito cuidado ao praticar certos atos.
Atos egoísticos, atos cruéis, atos que te animalizam, atos que ferem as leis de Deus por
mais que pareçam normais, modernos, divertidos perante a sociedade para Deus e a
espiritualidade não o são.
Você até pode passar impune neste plano ou achar que Deus se faz de cego, surdo e
mudo ou mesmo te foi conivente.
Mas, não. Tuas penas serão pagas por ti com juros após desencarnares.
Outro ponto abordado com muita propriedade neste capítulo é a ligação entre o Espiritismo
e o Cristianismo, um completa o outro.
Vemos ao longo dessa explanação que o próprio Espiritismo encontra respaldo na Bíblia.
A própria Bíblia nos relata isso em diversas passagens:Isaías 26:19, Oséias 13:14, 1
Corintios 15:21,22, 1 Corintios 15: 40,42. Apenas para citar alguns livros que se nos
retratam a tão temida morte.
O próprio Cristo é claro, simples e objetivo, quanto a morte, existência de vida espiritual e
pluralidade dos mundos: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu
vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.João 14:2"Ou seja, a morte não é o fim, tão
pouco este plano é único.
Vemos também que Cristo ao longo de sua passagem em nosso plano nos revelou todos
os segredos para uma vida com Deus e para se alcançar entendimento e crescimento
espiritual.
Segredo revelado, véu rasgado
Fé, misericórdia, amor e perdão. Um complementa o outro.
Eis o segredo da salvação eterna
Não basta apenas conhecermos as escrituras de Gênesis a Apocalipse, termos o dom das
línguas, o dom da palavra se não tivermos fé, se não tivermos misericórdia uns para com
os outros, amar como Jesus amou e perdoarmos a falha do irmão ao lado.
Em resumo o Espiritismo, ao contrário dos que muito pensam ou mesmo pregam não veio
para confundir, não veio para alterar ou mesmo modificar as Sagradas Escrituras, seus
ensinamentos e muito menos as palavras do Mestre Jesus e seus ensinamentos
Muito pelo contrário veio para não apenas desmistificar como nos esclarecer de maneira
profunda e com propriedade passagens por nós consideradas ininteligíveis
Tornando assim mais fácil não apenas a compreensão como a vivência do Evangelho no
nosso dia a dia
Se conhecemos verdadeiramente a Deus e temos vida ativa e de qualidade com Ele somos
mais que conhecedores dessas máximas e procuramos ao máximo não apenas respeita-las mas acima de tudo pô-las em prática
Quanto maior nossa sensibilidade ao sofrimento do próximo, seja quem for, mais próximo
ficamos da perfeição espiritual e humana.Mais próximos ficamos de Cristo.
Em outras palavras:
Para os que creem a morte não é o fim.
A morte é apenas uma transição
Uma viagem, uma  longa viagem rumo ao desconhecido
Porque desconhecido?
Porque a priori não sabemos para onde vamos, qual mundo nos foi designado
Quem não crê na vida após a morte não crê na existência de Cristo.
Uma vez que Ele próprio nos falou: "Aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá; e
todo o que vive e crê em mim, não morrerá eternamente." 
Cada um de nós humanos ou animais ao nascer recebemos uma alma vivente, a única
coisa que se nos diferencia é quanto a racionalidade. 
O que de fato morre é o corpo vivente. Este retorna a terra e no transcorrer do tempo este
será consumido, deixando de existir por completo.
Quanto a alma esta retorna ao seu local de origem, ou ao mundo que lhes será
descortinado.
Sabendo-se que não existe apenas um mundo habitado, mas muitos outros e a cada um de
nós será descortinado um mundo diferente.
O que define qual mundo se nos espera ao morrermos não é a denominação que em vida
frequentamos, mas, a vida que levamos.
Nossos atos, nossos gestos, nosso caráter.
Dai a real importância de termos uma vida com Deus e sermos imitadores de Cristo.
Se somos imitadores de Cristo em seus atos nobres de amor ao próximo, perdão,
misericórdia, compaixão nos será descortinado um mundo de bem aventurança.
Se em vida fui uma pessoa egoística, arrogante será a mim designado um mundo mais
baixo
Se cometi algum crime a vida humana, me deixei seduzir pelos prazeres da carne, vícios,
lascívia e prostituição a mim será designado um mundo ainda mais baixo
E se eu em vida cometi suicídio voluntário ou não a mim será designado um outro mundo.
O qual chamamos de Vale dos Suicidas. Um mundo de dores, sofrimentos onde ficarei até
me completarem os dias
Como assim:
Por exemplo:
A mim foi designado por Deus viver 80 anos e cometi suicídio aos 20, terei infelizmente de
habitar neste sombrio vale de dores e sofrimentos por longos 60 anos.
O que é suicídio voluntário? 
Nada mais é que a morte a mim mesmo autoinfligida
Onde de forma consciente decidi por término a tudo
Algo do tipo
Estou depressiva, subo no andar mais alto lançando-me lá de cima, ou indo a um cômodo e atirando em mim mesma, me enforcando.Enfim.
Já o suicídio involuntário é aquele onde a pessoa ingere altas doses de bebida alcoólicas e sai para dirigir.Sofre um grave acidente e morre.
Ou ingere altas doses de drogas ilícitas ou medicamentosas tem uma overdose e morre.
Para a espiritualidade ambos cometeram suicídio.
Ambos cometeram crime contra vida. Não a de outrem, mas a própria vida.
Em ambos os caso de suicídio estes podem ser agravados ainda mais. Elevando a pena a ser cumprida pela pessoa.
Como assim?
Vamos começar no caso do suicídio voluntário.
A pessoa antes de recorrer a tal ato mata ou o cônjuge ou a outra pessoa. 
A pessoa deixa de ser apenas suicida para se tornar também homicida. 
A estadia dessa´no Vale dos Suicidas passa a ser mais demorada. Onde ela terá que cumprir o tempo dela e a do outro.
No caso do suicídio involuntário, aquele onde a pessoa ingere alguma substância nociva e desencarna.
Vamos lá:
Eu bebo, bebo. Passo a noite bebendo, ingerindo outras drogas, pego o carro e me ponho a dirigir. Num determinado momento acelero o carro e mato outra pessoa ou como é comum mato uma família inteira.
A mim acontecerá o mesmo descrito acima. Pagarei por mim mesma e pelo outro, não importa quantos foram.
Involuntariamente, pois algumas vezes a pessoa que bebe ou ingere alguma substancia ignora que ela pode morrer ou no pior dos casos não só ela pode morrer mas outros que nada tinham a ver com a irresponsabilidade dela.
Por isso Deus no diz a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
E essa colheita pode não vir a mim em vida, mas virá após minha morte.
Que filho não fica feliz, honrado e descansado ao ter que voltar para casa depois de uma longa jornada? Não é mesmo?
Assim a morte deve ser encarada, sem medo, preconceito, sem as vendas do tabu.
O nosso corpo é constituído por carne, alma e espirito.
A carne é uma casca, uma embalagem que tem data de vencimento.
A alma é o sopro da vida e o espirito é o que somos realmente e que um dia voltará ao seu local de origem a casa do pai eterno Deus Todo Poderoso.
Ali do outro lado nos reuniremos aos que partiram antes de nós. Pais, mães, avós, filhos.
Imaginem que felicidade, que regojizo será um dia todos nós hoje vivos, encarnados como queiram chamar nossa vivencia terrena nos reencontrarmos com a pessoa que marcou nassa vida, ou com aquele animalzinho que um dia choramos a partida ( todos somos espíritos o que nos diferencia é a etapa evolutiva, somos de uma certa forma todos irmãos, dai a obrigação que temos de trata-los com amor, compaixão e dignidade.).
A morte não é o fim, mas o reinicio de uma nova vida, a verdadeira vida. A vida prometida a nós por nosso Senhor Jesus Cristo.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017


Estudo Bíblico - Gênesis 23

E foi a vida de Sara cento e vinte e sete anos; estes foram os anos da vida de Sara.
E morreu Sara em Quiriate-Arba, que é Hebrom, na terra de Canaã; e veio Abraão lamentar Sara e chorar por ela.
Depois se levantou Abraão de diante de sua morta, e falou aos filhos de Hete, dizendo:
Estrangeiro e peregrino sou entre vós; dai-me possessão de sepultura convosco, para que eu sepulte a minha morta de diante da minha face.
E responderam os filhos de Hete a Abraão, dizendo-lhe:
Ouve-nos, meu senhor; príncipe poderoso és no meio de nós; enterra a tua morta na mais escolhida de nossas sepulturas; nenhum de nós te vedará a sua sepultura, para enterrar a tua morta.
Então se levantou Abraão, inclinou-se diante do povo da terra, diante dos filhos de Hete.
E falou com eles, dizendo: Se é de vossa vontade que eu sepulte a minha morta de diante de minha face, ouvi-me e falai por mim a Efrom, filho de Zoar,
Que ele me dê a cova de Macpela, que ele tem no fim do seu campo; que ma dê pelo devido preço em herança de sepulcro no meio de vós.
Ora Efrom habitava no meio dos filhos de Hete; e respondeu Efrom, heteu, a Abraão, aos ouvidos dos filhos de Hete, de todos os que entravam pela porta da sua cidade, dizendo:
Não, meu senhor, ouve-me: O campo te dou, também te dou a cova que nele está, diante dos olhos dos filhos do meu povo ta dou; sepulta a tua morta.
Então Abraão se inclinou diante da face do povo da terra,
E falou a Efrom, aos ouvidos do povo da terra, dizendo: Mas se tu estás por isto, ouve-me, peço-te. O preço do campo o darei; toma-o de mim e sepultarei ali a minha morta.
E respondeu Efrom a Abraão, dizendo-lhe:
Meu senhor, ouve-me, a terra é de quatrocentos siclos de prata; que é isto entre mim e ti? Sepulta a tua morta.
E Abraão deu ouvidos a Efrom, e Abraão pesou a Efrom a prata de que tinha falado aos ouvidos dos filhos de Hete, quatrocentos siclos de prata, corrente entre mercadores.
Assim o campo de Efrom, que estava em Macpela, em frente de Manre, o campo e a cova que nele estava, e todo o arvoredo que no campo havia, que estava em todo o seu contorno ao redor,
Se confirmou a Abraão em possessão diante dos olhos dos filhos de Hete, de todos os que entravam pela porta da cidade.
E depois sepultou Abraão a Sara sua mulher na cova do campo de Macpela, em frente de Manre, que é Hebrom, na terra de Canaã.
Assim o campo e a cova que nele estava foram confirmados a Abraão, pelos filhos de Hete, em possessão de sepultura.
Gênesis 23:1-20

Neste capítulo teremos a morte de Sara esposa de Abraão.Muitos se perguntam ainda nos dias de hoje porque Deus permite a morte de uma pessoa por nós amada.Não é que Deus permita, a morte só existe por causa do pecado.Pecado esse que existe desde o inicio da criação.Mas diferentemente dos que muitos pensam a morte não é o fim. Mas o inicio de uma nova existência.O próprio Cristo vem a desmistificar a morte no livro Evangelho de João capítulo 14 versos 1 e 2: "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria ditoJoão 14:1,2
E em João 11 verso 25 "Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;
E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?
João 11:25,26 "
Por um homem conhecemos a morte e por outro conhecemos a vida. Vida eterna.
Deus esta sempre atento, ciente da morte de todos os seus filhos, crendo eles ou não Nele.
Deus nunca se agradou e nunca se agradará da morte de quem quer que seja, ainda mais como foi no caso de Sara e mais adiante de Abraão dos que em vida lhes foram fiéis.
A função da morte é apenas uma e não é a de separar-nos daqueles a quem amamos, mas, a de nos lembrar de nossa fragilidade, que somos nada, que somos pó, poeira ante a grandiosidade de Deus. E que ela só existe por causa de nossos pecados.
Todos nós um momento ou outro desencarnaremos uns mais jovens, outro em tenra idade, outros mais velhos o destino de nossa alma, a herança que nos cabe depende não de nossas crenças, da denominação que em vida frequentamos, o número de reuniões assistidas mas de nossos atos em vida.
Isso que faz a diferença no final.
O que fomos?
Quantas vezes estendemos a mão a quem mais precisou?
Quantas vezes levamos uma palavra de fé e esperança a quem jazia nas trevas da desilusão, da desesperança, da depressão?
Aos olhos de Deus é isso que conta nossos atos, se em vida praticamos a caridade, o amor ao próximo, se cumprimos com a missão de levar sua palavra a todos quantos nos foram possível.
São pequenos gestos mas, que no final fazem toda a diferença. 
Assim como Abraão plantou a semente da fé, nós podemos plantar também não precisamos estar frequentando uma denominação para evangelizarmos.
Em casa mesmo por meio de nossas redes sociais, em casa através do Evangelho no Lar, na vizinhança levando uma palavra de fé e esperança aquele vizinho que esta passando por momentos difíceis.
A colheita assim como foi com Abraão não será nessa vida, mas, na outra vida.
Vida que Cristo menciona no livro de João capítulo 11 versos 25, 26: "Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;
E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?
João 11:25,26"E assim como Abraão seremos chamados de amigos de Deus e teremos a honra de conhecer face a face a Deus Pai e Deus Filho.
E reencontraremos com aqueles que partiram antes de nós,
Não viva para juntar tesouros na Terra, mas, viva para juntar tesouros no céu.