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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Luto


Quem nunca passou pela dor de uma perda repentina ou não?
Certamente todos nós.
Ou a estamos passando, ou passamos, ou vamos passar ou passaremos de novo.
O luto é uma dor que aparentemente interminável.
Passar pelo luto não é fácil.
Toda dor é dor, nenhuma dor é igual a outra. E todos nós estamos sujeitos a ela.
Primeiro vem o choque inicial. Principalmente se você não estava esperando.
A pessoa sai saudável de casa e de repente ou sofre um mal súbito ou um acidente de carro nos vindo logo a seguir a noticia.
Todos nós somos seres únicos, ou seja, cada um encara a dor da perda de forma diferente.
Em outras palavras todos nós temos nosso próprio tempo.
O luto em si nos faz passar por uma avalanche de sentimentos que variam da revolta pela perda repentina a culpa. Medo, raiva, sensação de impotência.
Chore sua dor, viva o seu luto. Seu momento.
Não tente bancar o forte a todo momento. Permita-se desabar. Você é humano não uma máquina.
É natural que sintamo-nos culpados, que fiquemos com raiva, medo, sintamos um vazio apertar o peito. Mas, a longo prazo isso nos prejudica e prejudica principalmente ao ente que partiu, principalmente se o mesmo desencarnou de forma repentina.
Busque apoio, ajuda, amparo nem que seja ou com ajuda psicológica, ou cristã ou mesmo adotando um animalzinho. Você não estará sendo fraco e muito menos estará substituindo ao ente querido que partiu.
Muito pelo contrário.
Se ajudando aqui neste plano você estará ajudando ao seu ente desencarnado. 
Não encare a morte como "ah morreu acabou, nunca mais vou ver"
Olha o que a palavra de Deus nos diz sobre a morte:
Tenha em mente uma coisa não existe morreu acabou! A própria Bíblia nos relata isso em diversas passagens:
A morte é fato, não a como escapar dela. Cedo ou tarde todos nós iremos.
A morte é dolorosa, sofrida para os que ficam. Mas para os que partem é a libertação de um cativeiro, o retorno do filho pródigo a casa do pai.
Vamos agora ao que de fato os trouxe aqui; para onde iremos após a morte? 
O que acontece com o corpo?
Primeiro ocorre a histólise corporal que nada mais é a  que a putrefação do corpo, o nosso corpo físico será digerido ao longo do tempo por bilhões de vermes.
Esse processo de putrefação ocorre alguns minutos após a morte, o sangue torna-se ácido, o cálcio endurece seus ossos. Por ai vai.
E no lado espiritual o que acontece?
Em alguns casos os desencarnados ( em especial os criminosos de alta periculosidade, perversos, suicidas... ) acompanham a decomposição do corpo físico. Sofrendo dores terríveis. Vivendo e revivendo momentos dolorosos de suas mortes. Em contrapartida os que pautam suas vidas na misericórdia, na caridade, numa vida correta ganham a libertação imediate desse cativeiro que chamamos de corpo físico.
Muitos acompanham seus restos mortais até a sepultura, porém, não presenciam o que acontece com seus corpos físicos. Um premio para os cumpriram seus deveres, combateram o bom combate.
Nenhum espirito, nem mesmo os mais evoluídos desaparece como num passe de mágica. Muito pelo contrário, em gratidão e respeito permanece por algum tempo ao lado dos que lhe foram queridos.
Em segundo lugar vem a formação do corpo fluídico. Um novo corpo. Substitui-se aí o corpo físico ( corpo mortal, passível de danos muitas vezes dolorosos, permanentes) pelo corpo espiritual ( corpo fluídico quase semelhante ao carnal, Esse corpo é eterno, nosso verdadeiro corpo).
O apóstolo Paulo fala com toda propriedade:
"Semeia-se corpo material e colhe-se espiritual". Em outras palavras nos atos enquanto encarnados definirão nosso destino pós túmulo.
Mais a frente Paulo em seus escritos nos diz: "O corpo espiritual é o corpo da ressurreição".
Deixando-nos claro que a morte não é o fim, que apenas o corpo físico se acaba ao descer
a sepultura. Em resumo que existe vida após a morte.
Isaías 26:19, Oséias 13:14, 1 Corintios 15:21,22, 1 Corintios 15: 40,42. Apenas para citar
alguns que nos falam abertamente sobre a temida morte.
Que filho não fica feliz, honrado e descansado ao ter que voltar para casa depois de uma longa jornada? Não é mesmo?
Assim a morte deve ser encarada, sem medo, preconceito, sem as vendas do tabu.
O nosso corpo é constituído por carne, alma e espirito.
A carne é uma casca, uma embalagem que tem data de vencimento.
Começamos a morrer ao nascer. Cada dia que passa, é um dia a menos na nossa vida. 
A alma é o sopro da vida e o espirito é o que somos realmente e que um dia voltará ao seu local de origem a casa do pai eterno Deus Todo Poderoso.
Ali do outro lado nos reuniremos aos que partiram antes de nós. Pais, mães, avós, filhos.
Imaginem que felicidade, que regojizo será um dia todos nós hoje vivos, encarnados como queiram chamar nossa vivencia terrena nos reencontrarmos com a pessoa que marcou nossa vida, ou com aquele animalzinho que um dia choramos a partida ( todos somos espíritos o que nos diferencia é a etapa evolutiva, somos de uma certa forma todos irmãos, dai a obrigação que temos de trata-los com amor, compaixão e dignidade.). 
A morte não é o fim, mas o reinicio de uma nova vida, a verdadeira vida. A vida prometida a nós por nosso Senhor Jesus Cristo.
Não foi Ele mesmo que disse? " Não se turbe vosso coração; crede em Deus, crede também em mim.
Na casa de meu pai a muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito." João 14:1,2
Se Jesus o Filho de Deus  me diz que na casa do Pai a muitas moradas, quem sou eu para desmenti-lo? 
Ele próprio esta preparando esse lugar maravilhoso para nós. Quanta honra não é mesmo?
Então de hoje em diante vamos abandonar a tristeza da partida, pela felicidade.
Por que felicidade?
Por que eles não morreram, mas voltaram a casa do Pai. Eles não apenas estão vivos, como estão a nossa espera. 
Tristeza não, saudades sim.
Porque a morte não é o fim, mas uma longa viagem de retorno a casa do Pai.
Em outras palavras para os que creem a morte não é o fim.A morte é apenas uma transição. Uma viagem, uma  longa viagem rumo ao desconhecido.Porque desconhecido?Porque a priori não sabemos para onde vamos, qual mundo nos foi designado.Quem não crê na vida após a morte não crê na existência de Cristo.Uma vez que Ele próprio nos falou: "Aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim, não morrerá eternamente." Cada um de nós humanos ou animais ao nascer recebemos uma alma vivente, a única coisa que se nos diferencia é quanto a racionalidade. O que de fato morre é o corpo vivente. Este retorna a terra e no transcorrer do tempo este será consumido, deixando de existir por completo.Quanto a alma esta retorna ao seu local de origem, ou ao mundo que lhes será descortinado.Sabendo-se que não existe apenas um mundo habitado, mas muitos outros e a cada um de nós será descortinado um mundo diferente.O que define qual mundo se nos espera ao morrermos não é a denominação que em vida frequentamos, mas, a vida que levamos.
Nesse momento de transição, de troca o desencarnado não precisa de lágrimas, de dor, de sofrimento, não precisa que você fique chamando por ele sempre que estiveres sozinho.
Ele precisa de apenas uma coisa. Tua prece.Uma outra coisa que precisa ser dita é a seguinte, evite acender vela em casa principalmente se você acabou de vir do cemitério.No cemitério existem diversos tipos de espíritos, uns evoluídos, outros menos evoluídos, os trevosos e ao chegar em casa você leva consigo toda uma energia vibratória que partiu deles. Se você em casa acender uma vela esses espíritos não os evoluídos mas os dos mais baixos mundos em especial os trevosos por viverem nas trevas, na escuridão vão se sentir atraídos pela chama da vela. Você sem querer, sem imaginar vai atrair para sua casa esses espíritos que se faziam presentes no cemitério no momento da tua visita.E no transcorrer do tempo eles vão trazer transtornos para tua vida, para tua casa.Você passará a ver vultos negros, o clima da tua casa será de brigas, tristezas. E você correrá o risco de ter o mesmo fim deles. E ir habitar no mundo deles.Se você gosta de acender velas para finados acenda no cruzeiro ou do cemitério ou da igreja assim essas energias trevosas não vão seguir você.Em casa faça uma prece para eles, por suas almas. Peça a Deus misericórdia, muita luz e sabedoria de Deus a eles e em especial aos recém desencarnados ou aqueles que incorreram ao suicídio.Nesse próximo dia de finados não celebre a dor da partida, mas o retorno a casa do Pai.Não celebre a morte, mas, a vida.A morte não é o fim, mas o inicio de uma nova vida, uma nova etapa a qual todos nós independente da denominação por nós frequentada, independente do que cremos ou não, independente do sexo, raça, condição financeira cedo ou tarde teremos que passar.Viva o hoje como se não houvesse amanhã.Corrija os erros presentes e evite erros futuros.O passado já foi, o futuro a Deus pertence, viva apenas o presente.



quinta-feira, 6 de julho de 2017

Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec


CAPÍTULO III  

HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DO PAI  

Diferentes estados do Espírito na erraticidade - Diferentes categorias de mundos habitados - Destinação da Terra.  Causa dos tormentos terrestres - Instruções dos Espíritos: Mundos adiantados e mundos atrasados - Mundos de expiação e de provas - Mundos regeneradores - Progressão dos mundos.  
1. Que vosso coração não se perturbe. Crede em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa do Pai. Se assim não fosse, eu já vos teria dito, porque eu me vou para vos preparar o lugar e depois que eu tenha ido e que vos tenha preparado o lugar, eu voltarei e vos retomarei para mim, a fim de que lá onde eu estiver aí estejais também. (João, cap. XIV, v. 1, 2 e 3).
DIFERENTES ESTADOS DO ESPÍRITO NA ERRATICIDADE  
2. A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito, e oferecem, aos Espíritos encarnados, moradas apropriadas ao seu adiantamento. Independente da diversidade dos mundos, essas palavras podem também ser entendidas como o estado feliz ou infeliz do Espírito na erraticidade. Segundo ele seja mais ou menos adiantado e desligado dos laços materiais, o meio em que se encontra, o aspecto das coisas, as sensações que experimenta, as percepções que possui, variam ao infinito. Enquanto que uns não podem se distanciar da esfera física em que viveram, outros se elevam e percorrem o espaço e os mundos. Enquanto certos Espíritos em erro estacionam no Umbral, os felizes gozam de uma claridade resplandecente e do sublime espetáculo do infinito. Enquanto, enfim, que o errado, atormentado de remorsos e de lamentações, frequentemente só, sem consolação, separado dos objetos da sua afeição, geme sob o peso dos tormentos morais, o correto, reunido àqueles que ama, goza as doçuras de uma indescritível felicidade. Lá também há, pois, várias moradas, embora não sejam circunscritas nem localizadas.  
3. Do ensinamento dado pelos Espíritos, resulta que os diversos mundos estão em condições muito diferentes uns dos outros quanto ao grau evolutivo material e espiritual, de adiantamento ou de  inferioridade, de seus habitantes. Entre eles há os que seus habitantes são ainda inferiores aos da Terra, física e moralmente. Outros estão no mesmo grau, e outros lhes são mais ou menos superiores em todos os aspectos. Nos mundos primitivos, a existência é toda material, os errados desejos reinam soberanamente, e a vida moral é quase nula. À medida que esta se desenvolve, a influência da matéria diminui, de tal sorte que, nos mundos mais evoluídos, a vida, por assim dizer, é toda espiritual. 
4. Nos mundos intermediários, há mistura do certo e do errado, predominância de um ou de outro, segundo o grau de evolução. Embora não possa ser feita, dos diversos mundos, uma classificação absoluta, pode-se, todavia, em razão de seu estado e de sua destinação, e baseando-se nas diferenças mais acentuadas, dividi-los de um modo geral, como se segue: os mundos primitivos, destinados às primeiras encarnações do Espírito humano. Os mundos de expiação e de provas, onde o erro predomina. Os mundos regeneradores, onde os Espíritos que ainda têm o que expiar obtém novas forças, repousando das fadigas da luta. Os mundos felizes, onde o certo se sobrepõe ao errado. Os mundos celestes ou divinos, morada dos Espíritos puros e perfeitos, onde o certo reina inteiramente.  A Terra pertence à categoria dos mundos de expiação e de provas, e é por isso que o humano nela é alvo de tantas aflições. 
5. Os Espíritos encarnados num mundo, a ele não estão ligados indefinidamente, e não cumprem nele todas as fases progressivas que devem percorrer para atingirem a pureza e perfeição. Quando atingiram nesse mundo o grau de evolução que ele comporta, passam para um mundo mais evoluído, e assim sucessivamente até que tenham atingido o estado de Espíritos puros e perfeitos. São igualmente, estações em cada uma das quais encontram elementos de progresso, proporcionais ao seu grau evolutivo. É para eles uma recompensa passar para um mundo de ordem mais evoluída, como é uma provação prolongarem sua demora em um mundo menos evoluído, ou serem relegados para um mundo mais material e infeliz ainda que aquele que são forçados a deixar, quando são obstinados no erro.

Estes parágrafos tratam senão de um tema que salvo engano este Blog já abordou, que é a pluralidade dos mundos.
Primeiramente, você sabe ou pelo menos tem uma pequena noção do que te espera depois da morte?
Não!
Sabia que a morte não é o fim?
Também não?
Então saiba que a morte não é o fim, mas um novo recomeço onde de fato pagaremos por
todos os nossos crimes sejam eles de ordem legal, isso juridicamente falando como também
e principalmente falando crimes espirituais.
A morte é fato, não a como escapar dela. Cedo ou tarde todos nós iremos.
A morte é dolorosa, sofrida para os que ficam. 
Mas para os que partem é a libertação de um cativeiro, o retorno do filho pródigo a casa do
pai.
Vamos agora ao que de fato os trouxe aqui; para onde iremos após a morte? 
O que acontece com o corpo?
Primeiro ocorre a histólise corporal que nada mais é a  que a putrefação do corpo, o nosso
corpo físico será digerido ao longo do tempo por bilhões de vermes.
Esse processo de putrefação ocorre alguns minutos após a morte, o sangue torna-se ácido,
o cálcio endurece seus ossos. Por ai vai.
E no lado espiritual o que acontece?
Em alguns casos os desencarnados ( em especial os criminosos de alta periculosidade,
perversos, suicidas... ) acompanham a decomposição do corpo físico. Sofrendo dores
terríveis. 
Vivendo e revivendo momentos dolorosos de suas mortes. 
Em contrapartida os que pautam suas vidas na misericórdia, na caridade, numa vida correta
ganham a libertação imediatamente desse cativeiro que chamamos de corpo físico.
Muitos acompanham seus restos mortais até a sepultura, porém, não presenciam o que
acontece com seus corpos físicos. 
Um premio para os cumpriram seus deveres, combateram o bom combate.
Nenhum espirito, nem mesmo os mais evoluídos desaparece como num passe de mágica.
Muito pelo contrário, em gratidão e respeito permanece por algum tempo ao lado dos que 
lhe foram queridos.
Em segundo lugar vem a formação do corpo fluídico. Um novo corpo. 
Substitui-se aí o corpo físico ( corpo mortal, passível de danos muitas vezes dolorosos,
permanentes) pelo corpo espiritual ( corpo fluídico quase semelhante ao carnal, Esse corpo
é eterno, nosso verdadeiro corpo).
O apóstolo Paulo fala com toda propriedade:"Semeia-se corpo material e colhe-se
espiritual". 
Em outras palavras nos atos enquanto encarnados definirão nosso destino pós túmulo.Mais
a frente Paulo em seus escritos nos diz: "O corpo espiritual é o corpo da ressurreição".
Deixando-nos claro que a morte não é o fim, que apenas o corpo físico se acaba ao descer
a sepultura. 
A muitos planos espirituais. 
Alguns mais evoluídos, outros nem tanto os chamado planos expiatórios (nosso caso) e
outros nada evoluídos o qual denominamos por Umbral.
Sendo assim, devemos viver a vida pensando no futuro, nas consequências futuras.
Não é com problemas pessoais, bens, que devemos nos preocupar uma vez que tudo aqui
é passageiro, transitório.
Devemos nos preocupar sim e muito com o que se nos espera no outro lado.
A semeadura é livre mas a colheita é obrigatória.
Nós temos o livre arbítrio, mas, ao fim da vida todos teremos o justo salário.
O nosso real destino só saberemos após a morte e de acordo com a vida que levamos.
Tudo, absolutamente tudo, até mesmo pequenos gestos que fazemos hoje, que temos
hoje, agora, tanto para o bem como para o mal tem uma consequência futura, um preço
que indubitavelmente pagaremos, querendo ou não. 
Crendo ou não.Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer nessa vida tem influencia
e consequência se não nessa vida, mas, na outra. Na vida post mortem.
A morte nada mais é que a justa colheita do que semeamos em vida.
Quanto mais nobres forem nossos atos nessa vida menores serão as penas que
sofreremos em outro plano. 
E mais rápido alcançaremos a evolução espiritual e mais rápido iremos para um plano
evoluído, um plano de luz.
Em detrimento de quem só plantou desgraças, ruínas, dores, sofrimentos, atos egoísticos.
Se em vida eu não soube amar, perdoar, fui uma pessoa cruel mais duras serão as penas
por mim sofridas e mais baixo será o plano espiritual a ser habitado por mim.
Certamente irei para o umbral e demais zonas inferiores.
Onde sofrerei as mais duras penas por meus atos criminosos perante Deus e perante a alta espiritualidade.Muito cuidado ao praticar certos atos.
Atos egoísticos, atos cruéis, atos que te animalizam, atos que ferem as leis de Deus por
mais que pareçam normais, modernos, divertidos perante a sociedade para Deus e a
espiritualidade não o são.
Você até pode passar impune neste plano ou achar que Deus se faz de cego, surdo e
mudo ou mesmo te foi conivente.
Mas, não. Tuas penas serão pagas por ti com juros após desencarnares.
Outro ponto abordado com muita propriedade neste capítulo é a ligação entre o Espiritismo
e o Cristianismo, um completa o outro.
Vemos ao longo dessa explanação que o próprio Espiritismo encontra respaldo na Bíblia.
A própria Bíblia nos relata isso em diversas passagens:Isaías 26:19, Oséias 13:14, 1
Corintios 15:21,22, 1 Corintios 15: 40,42. Apenas para citar alguns livros que se nos
retratam a tão temida morte.
O próprio Cristo é claro, simples e objetivo, quanto a morte, existência de vida espiritual e
pluralidade dos mundos: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu
vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.João 14:2"Ou seja, a morte não é o fim, tão
pouco este plano é único.
Vemos também que Cristo ao longo de sua passagem em nosso plano nos revelou todos
os segredos para uma vida com Deus e para se alcançar entendimento e crescimento
espiritual.
Segredo revelado, véu rasgado
Fé, misericórdia, amor e perdão. Um complementa o outro.
Eis o segredo da salvação eterna
Não basta apenas conhecermos as escrituras de Gênesis a Apocalipse, termos o dom das
línguas, o dom da palavra se não tivermos fé, se não tivermos misericórdia uns para com
os outros, amar como Jesus amou e perdoarmos a falha do irmão ao lado.
Em resumo o Espiritismo, ao contrário dos que muito pensam ou mesmo pregam não veio
para confundir, não veio para alterar ou mesmo modificar as Sagradas Escrituras, seus
ensinamentos e muito menos as palavras do Mestre Jesus e seus ensinamentos
Muito pelo contrário veio para não apenas desmistificar como nos esclarecer de maneira
profunda e com propriedade passagens por nós consideradas ininteligíveis
Tornando assim mais fácil não apenas a compreensão como a vivência do Evangelho no
nosso dia a dia
Se conhecemos verdadeiramente a Deus e temos vida ativa e de qualidade com Ele somos
mais que conhecedores dessas máximas e procuramos ao máximo não apenas respeita-las mas acima de tudo pô-las em prática
Quanto maior nossa sensibilidade ao sofrimento do próximo, seja quem for, mais próximo
ficamos da perfeição espiritual e humana.Mais próximos ficamos de Cristo.
Em outras palavras:
Para os que creem a morte não é o fim.
A morte é apenas uma transição
Uma viagem, uma  longa viagem rumo ao desconhecido
Porque desconhecido?
Porque a priori não sabemos para onde vamos, qual mundo nos foi designado
Quem não crê na vida após a morte não crê na existência de Cristo.
Uma vez que Ele próprio nos falou: "Aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá; e
todo o que vive e crê em mim, não morrerá eternamente." 
Cada um de nós humanos ou animais ao nascer recebemos uma alma vivente, a única
coisa que se nos diferencia é quanto a racionalidade. 
O que de fato morre é o corpo vivente. Este retorna a terra e no transcorrer do tempo este
será consumido, deixando de existir por completo.
Quanto a alma esta retorna ao seu local de origem, ou ao mundo que lhes será
descortinado.
Sabendo-se que não existe apenas um mundo habitado, mas muitos outros e a cada um de
nós será descortinado um mundo diferente.
O que define qual mundo se nos espera ao morrermos não é a denominação que em vida
frequentamos, mas, a vida que levamos.
Nossos atos, nossos gestos, nosso caráter.
Dai a real importância de termos uma vida com Deus e sermos imitadores de Cristo.
Se somos imitadores de Cristo em seus atos nobres de amor ao próximo, perdão,
misericórdia, compaixão nos será descortinado um mundo de bem aventurança.
Se em vida fui uma pessoa egoística, arrogante será a mim designado um mundo mais
baixo
Se cometi algum crime a vida humana, me deixei seduzir pelos prazeres da carne, vícios,
lascívia e prostituição a mim será designado um mundo ainda mais baixo
E se eu em vida cometi suicídio voluntário ou não a mim será designado um outro mundo.
O qual chamamos de Vale dos Suicidas. Um mundo de dores, sofrimentos onde ficarei até
me completarem os dias
Como assim:
Por exemplo:
A mim foi designado por Deus viver 80 anos e cometi suicídio aos 20, terei infelizmente de
habitar neste sombrio vale de dores e sofrimentos por longos 60 anos.
O que é suicídio voluntário? 
Nada mais é que a morte a mim mesmo autoinfligida
Onde de forma consciente decidi por término a tudo
Algo do tipo
Estou depressiva, subo no andar mais alto lançando-me lá de cima, ou indo a um cômodo e atirando em mim mesma, me enforcando.Enfim.
Já o suicídio involuntário é aquele onde a pessoa ingere altas doses de bebida alcoólicas e sai para dirigir.Sofre um grave acidente e morre.
Ou ingere altas doses de drogas ilícitas ou medicamentosas tem uma overdose e morre.
Para a espiritualidade ambos cometeram suicídio.
Ambos cometeram crime contra vida. Não a de outrem, mas a própria vida.
Em ambos os caso de suicídio estes podem ser agravados ainda mais. Elevando a pena a ser cumprida pela pessoa.
Como assim?
Vamos começar no caso do suicídio voluntário.
A pessoa antes de recorrer a tal ato mata ou o cônjuge ou a outra pessoa. 
A pessoa deixa de ser apenas suicida para se tornar também homicida. 
A estadia dessa´no Vale dos Suicidas passa a ser mais demorada. Onde ela terá que cumprir o tempo dela e a do outro.
No caso do suicídio involuntário, aquele onde a pessoa ingere alguma substância nociva e desencarna.
Vamos lá:
Eu bebo, bebo. Passo a noite bebendo, ingerindo outras drogas, pego o carro e me ponho a dirigir. Num determinado momento acelero o carro e mato outra pessoa ou como é comum mato uma família inteira.
A mim acontecerá o mesmo descrito acima. Pagarei por mim mesma e pelo outro, não importa quantos foram.
Involuntariamente, pois algumas vezes a pessoa que bebe ou ingere alguma substancia ignora que ela pode morrer ou no pior dos casos não só ela pode morrer mas outros que nada tinham a ver com a irresponsabilidade dela.
Por isso Deus no diz a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
E essa colheita pode não vir a mim em vida, mas virá após minha morte.
Que filho não fica feliz, honrado e descansado ao ter que voltar para casa depois de uma longa jornada? Não é mesmo?
Assim a morte deve ser encarada, sem medo, preconceito, sem as vendas do tabu.
O nosso corpo é constituído por carne, alma e espirito.
A carne é uma casca, uma embalagem que tem data de vencimento.
A alma é o sopro da vida e o espirito é o que somos realmente e que um dia voltará ao seu local de origem a casa do pai eterno Deus Todo Poderoso.
Ali do outro lado nos reuniremos aos que partiram antes de nós. Pais, mães, avós, filhos.
Imaginem que felicidade, que regojizo será um dia todos nós hoje vivos, encarnados como queiram chamar nossa vivencia terrena nos reencontrarmos com a pessoa que marcou nassa vida, ou com aquele animalzinho que um dia choramos a partida ( todos somos espíritos o que nos diferencia é a etapa evolutiva, somos de uma certa forma todos irmãos, dai a obrigação que temos de trata-los com amor, compaixão e dignidade.).
A morte não é o fim, mas o reinicio de uma nova vida, a verdadeira vida. A vida prometida a nós por nosso Senhor Jesus Cristo.


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec


O PONTO DE VISTA  

5. A ideia clara e precisa que se faz da vida espiritual futura dá uma fé inabalável nesse futuro, e essa fé tem consequências enormes sobre a moralização dos humanos, porque muda completamente o ponto de vista pelo qual eles encaram a vida física terrena. 
Para aquele que se coloca, pelo pensamento, na vida espiritual, que é infinita, a vida física não é mais do que rápida passagem, uma breve permanência num local atrasado.
 As preocupações e os aborrecimentos da vida física são apenas incidentes que se enfrenta com paciência, porque se sabe que são de curta duração e poderão ser seguidos de uma situação mais feliz. 
O desencarne não mais oferece medo, não é mais a porta do nada, mas a da libertação, que abre para o desencarnado a morada da felicidade e da paz. 
Sabendo que se encontra numa condição temporária e não definitiva, encara as dificuldades da vida física com mais segurança, do que resulta uma calma de Espírito que lhe abranda as amarguras. 
Quando duvida de uma vida espiritual futura, o humano concentra todos os seus pensamentos na vida terrena material. Incerto do futuro, dedica-se inteiramente ao presente. 
Não entrevendo bens mais preciosos que os da Terra, ele se porta como a criança que nada vê além dos seus brinquedos e tudo faz para os obter. 
A perda do menor dos seus bens materiais causa-lhe grande mágoa. 
Um desengano, uma esperança perdida, uma ambição insatisfeita, uma injustiça de que for vítima, o orgulho ou a vaidade feridas, são tantos outros tormentos, que fazem da sua vida uma angústia eterna, pois que se entrega, voluntariamente, a uma verdadeira tortura em todos os instantes. 
Olhando pelo ponto de vista da vida física, em cujo centro se coloca, tudo se agiganta ao seu redor. 
O erro que o atinge, como o certo que toca aos outros, tudo adquire aos seus  olhos enorme importância. 
É como o humano que, dentro de uma cidade, vê tudo grande em seu redor: os cidadãos eminentes como os monumentos. 
Mas que, subindo a uma montanha, tudo lhe parece pequeno. Assim acontece com aquele que encara a vida física do ponto de vista da vida espiritual futura: a humanidade, como as estrelas no mundo espiritual, se perde na imensidade. 
Ele então se apercebe de que grandes e pequenos se confundem como as formigas num monte de terra. 
Que operários e poderosos são da mesma estatura, e ele lamenta essas criaturas de pouca duração física, que tanto se matam para conquistar uma posição que os eleva tão pouco e por tão pouco tempo. 
É assim que a importância atribuída aos bens terrenos está sempre na razão inversa da fé que se tem na vida espiritual futura.  

Não se pode dizer crer em Deus e negar a vida após a morte.
Se cremos em Deus, temos uma fé sólida, cremos na vida pós morte por mais que essa ideia se pareça inconcebível até mesmo para nós crentes.
A fé verdadeira é sólida, inabalável.
Ter fé é crer no impossível, é crer no invisível.
A própria Bíblia nos relata isso em diversas passagens:Isaías 26:19, Oséias 13:14, 1 Corintios 15:21,22, 1 Corintios 15: 40,42. Apenas para citar alguns livros que se nos retratam a tão temida morte. 
O próprio Cristo é claro, simples e objetivo, quanto a morte, existência de vida espiritual e pluralidade dos mundos: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.
João 14:2"
Ou seja, a morte não é o fim, tão pouco este plano é único.
A muitos planos espirituais. Alguns mais evoluídos, outros nem tanto os chamado planos expiatórios (nosso caso) e outros nada evoluídos o qual denominamos por Umbral.
Sendo assim, devemos viver a vida pensando no futuro, nas consequências futuras.
Não é com problemas pessoais, bens, que devemos nos preocupar uma vez que tudo aqui é passageiro, transitório.
Devemos nos preocupar sim e muito com o que se nos espera no outro lado.
A semeadura é livre mas a colheita é obrigatória.
Nós temos o livre arbítrio, mas, ao fim da vida todos teremos o justo salário.
O nosso real destino só saberemos após a morte e de acordo com a vida que levamos . 
Tudo, absolutamente tudo, até mesmo pequenos gestos que fazemos hoje, que temos hoje, agora, tanto para o bem como para o mal tem uma consequência futura, um preço que indubitavelmente pagaremos, querendo ou não. Crendo ou não.
Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer nessa vida tem influencia e consequência se não nessa vida, mas, na outra. Na vida post mortem.
A morte nada mais é que a justa colheita do que semeamos em vida.
Não existe morreu acabou!
Quanto mais nobres forem nossos atos nessa vida menores serão as penas que sofreremos em outro plano. E mais rápido alcançaremos a evolução espiritual e mais rápido iremos para um plano evoluído, um plano de luz.
Em detrimento de quem só plantou desgraças, ruínas, dores, sofrimentos, atos egoísticos.
Se em vida eu não soube amar, perdoar, fui uma pessoa cruel mais duras serão as penas por mim sofridas e mais baixo será o plano espiritual a ser habitado por mim.
Certamente irei para o umbral e demais zonas inferiores.
Onde sofrerei as mais duras penas por meus atos criminosos perante Deus e perante a alta espiritualidade.
Muito cuidado ao praticar certos atos
Atos egoísticos, atos cruéis, atos que te animalizam, atos que ferem as leis de Deus por mais que pareçam normais, modernos, divertidos perante a sociedade para Deus e a espiritualidade não o são. 
Você até pode passar impune neste plano ou achar que Deus se faz de cego, surdo e mudo ou mesmo te foi conivente. Mas, não. Tuas penas serão pagas por ti com juros após desencarnares.
Se conhecemos verdadeiramente a Deus e temos vida ativa e de qualidade com Ele somos mais que conhecedores dessas máximas e procuramos ao máximo não apenas respeita-las mas acima de tudo pô-las em prática.
Ou seja, problemas, dores e dificuldades não nos devem mais causar assombro, nem aflição nem tão pouco a morte.
Dúvidas, dores, tristezas, medo sim nós, todos nós os temos. Mas nada disso deve nos paralisar. Antes devemos prosseguir na certeza de que Deus é com cada um de nós. 

quinta-feira, 8 de junho de 2017


02 - A vida futura 2 - itens 1 a 3.  

Pilatos pergunta a Jesus: "Tu és Rei?" Responde Jesus: "Tu o dizes". Significando que Pilatos estava certo quando usava a palavra Rei acerca de Jesus, mas que, também Jesus não usaria o seu próprio título na presença de Pilatos, porque a concepção de realeza que Pilatos tinha, era muito diferente da realeza de Jesus. Os antigos escribas e fariseus eram inimigos dos inovadores, por isso, quando Jesus veio trazer a sua mensagem, Ele encontrou pela frente o ódio e a resistência desses humanos. Eles não podiam aceitar a revelação cristã, porque ela deitava por terra todo um sistema fundado sobre a mentira e a hipocrisia. Os judeus contemporâneos de Jesus Cristo viviam subjugados por uma série de tradições, que eram impingidas ao povo como sendo de origem divina. Jesus se deparou com um tremendo obscurantismo. Os escribas e fariseus ainda estavam presos às leis mosaicas, ditadas a quase 20 séculos antes de Jesus, leis temporárias que ainda estavam em plena validade. As leis dos seres humanos não podem ser inflexíveis. Elas mudam conforme a evolução humana.  Na época em que Jesus veio, muitos continuavam arraigados a leis antigas, achando que nada devia mudar. Somente as leis emanadas por Deus são eternas e imutáveis. Foi nesse ambiente que veio Jesus Cristo, trazer a Boa Nova aos seres humanos, mostrar o caminho da verdade. O reino de Deus que Jesus ensinou aos seres humanos, se funda nas primícias dos postulados do Evangelho. A sua lei básica é o amor, a sua bandeira é a justiça, o seu escudo é a verdade, o seu símbolo é a paz. O objetivo de Jesus consiste em irmanar os seres humanos, de modo a haver um só rebanho sob a égide de um só pastor. O reino de Deus, ele se expõe, ele quer a paz em vez de adoração; ele pretende transformar os seres humanos em legítimos herdeiros de um Pai soberanamente justo e bom. Suas guerras são lutas apenas contra o egoísmo, o orgulho e a vaidade, a inveja e outras formas de viciações. Os contemporâneos de Jesus Cristo não compreenderam a sua missão consoladora, e muitos não entenderam a razão do seu chamamento. Jesus, o médico dos Espíritos, proferia os seus ensinamentos, e os que não eram aproveitados naquele momento, ficariam como sementes em estado latente à espera da época adequada para germinação. O Senhor suspirava pela reforma íntima das criaturas humanas, por isso, quando sabia da existência de uma pessoa predisposta para a cura espiritual, não hesitava em fazer longas caminhadas a pé, com o objetivo de lhe proporcionar o almejado benefício. Dentre as curas dessa natureza podem se enquadrar Maria Madalena, o publicano Zaqueu, Maria de Betânia. O encontro deles com o Mestre os levou à reforma íntima e o caminhar para a conquista do reino de Deus. Jesus Cristo, o medianeiro da Boa Nova, fez sua pregação irrestrita, falando a crédulos e incrédulos, a gentios e judeus. Uns aceitavam a palavra com naturalidade, outros ouviam-na simplesmente sem dar-lhes guarida no coração, outros, não aceitavam e passavam a Lhe combater. No primeiro grupo enquadram-se as pessoas que; deixam todo um passado de erros e decidem tomar o caminho correto. Tomam o arado e não olham mais para trás. No segundo grupo, enquadram-se as pessoas que, deparam com os encargos e então recusam o convite. O terceiro grupo, abrange todos aqueles que se encastelam no orgulho, não admitem ideias renovadoras e revelam todo seu ódio aos inovadores. Jesus foi enviado para as ovelhas desgarradas e para os doentes que precisam de médico. Ele procurava de preferência os pequeninos e os enfermos, os desajustados e os errados. No meio dos sofredores Ele se desdobrava em desvelo, sentindo que o terreno estava preparado para receber a semente boa que veio semear, e exultou-se, medindo a grandiosidade do amor de Deus com as suas criaturas, exclamando: "Graças te dou meu Pai, por teres revelado estas coisas aos pequeninos, e as ocultado aos grandes e potentados". O que edifica os Espíritos é o máximo de trabalho e de luta na Terra, em todos os dias da existência. Os seres humanos que vivem sonhando com a tranquilidade das sepulturas, menosprezam o labor santificante da ação, malbaratam os dons preciosos que o Alto lhes deu, por excesso de misericórdia do Pai celestial. Buscando os doentes do corpo físico e do Espírito, restaurando-lhes a saúde e dando-lhes de beber a água viva dos Seus preceitos, Jesus transmitia o Seu Evangelho. Jesus falava da vida futura.  Jesus ensinava a lei da fraternidade. O Evangelho de Jesus Cristo é o Evangelho do amor a Deus e ao próximo. O ensino de Jesus esclarece que, qualquer pessoa ao adquirir conhecimentos em torno de uma verdade, ainda que seja em pequena escala, não deverá guardar para si, mas deve divulgá-los, para que todos possam haurir de seus benefícios. Jesus veio dar mais luz aos ensinamentos de Moisés, confirmando a vida futura e um único Deus.  O Espiritismo veio esclarecer os ensinamentos do Cristo. O Espírito de Verdade, ou o Consolador prometido por Jesus Cristo, veio ao mundo na segunda metade do século dezenove, quando foram lançadas as bases fundamentais do Espiritismo. A humanidade não está suficientemente preparada para o receber, mas existe melhor adequação espiritual do que no tempo do advento da doutrina cristã. O Espiritismo representa o advento do Consolador e, como tal, o seu papel é restabelecer na Terra as primícias da verdade. Quando ele se consolidar definitivamente no seio dos povos, ruirão por terra todos os sistemas alicerçados na mentira. Tudo o que não for representativo da verdade, será removido dos seus pedestais. O Espiritismo vem agora, na hora propícia, quando os tempos são chegados, para fazer com que a luz ilumine os horizontes do mundo, onde até agora somente tem prevalecido a mentira e o mistério, o orgulho e a vaidade, o fanatismo e a hipocrisia, a intolerância e o ódio. O Cristo poderá, através das vozes que emanam  dos Espíritos, falar aos seres humanos sobre a verdade. Quando codificou a doutrina Espírita, Allan Kardec deixou bem claro que o Espiritismo somente reconhece como adeptos, aqueles que se reformaram moralmente. Deixa bem esclarecido que, a doutrina Espírita não reconhece por membro aquele que, embora se diga Espírita, nada faz em favor do seu aprimoramento espiritual, isto é, eleve seus conhecimentos e sua moral. O Espiritismo nada veio mudar dos ensinamentos de Jesus. Ele veio exaltar o Evangelho do Cristo, confirmando mais ainda a vida futura e o intercâmbio dos Espíritos com os seres humanos, melhor esclarecendo-os. É impossível compreender o Espiritismo sem o Cristianismo, que é a base fundamental da nova revelação. O Espiritismo repete as palavras de Jesus: Não penseis que vim revogar a lei e os profetas, não vim revogar, mas cumprir. Prezados irmãos, estamos no início de mais um ano em nosso calendário. Que a compreensão esteja conosco, para que durante o decorrer deste ano possamos haurir mais conhecimentos, iluminando a nossa evolução. O Brasil, nossa pátria, também inicia uma nova jornada governamental.  Vamos nos unir e pensar positivo, para que os novos governantes cumpram a sua missão, olhando pelos necessitados. Nosso Brasil maravilhoso, a pátria do Evangelho, precisa do amor dos seus governantes e do seu povo. Que a paz ilumine a nossa pátria e os nossos governantes. Que os seus corações se encham de amor pelo povo. Obrigada Jesus! 

Primeiramente, você sabe ou pelo menos tem uma pequena noção do que te espera depois da morte?
Não!
Sabia que a morte não é o fim?
Também não!
Então saiba que a morte não é o fim, mas um novo recomeço onde de fato pagaremos por todos os nossos crimes sejam eles de ordem legal, isso juridicamente falando como também e principalmente falando crimes espirituais.
A morte é fato, não a como escapar dela.Cedo ou tarde todos nós iremos.
A morte é dolorosa, sofrida para os que ficam. 
Mas para os que partem é a libertação de um cativeiro, o retorno do filho pródigo a casa do pai.
Vamos agora ao que de fato os trouxe aqui; para onde iremos após a morte? 
O que acontece com o corpo?
Primeiro ocorre a histólise corporal que nada mais é a  que a putrefação do corpo, o nosso corpo físico será digerido ao longo do tempo por bilhões de vermes.
Esse processo de putrefação ocorre alguns minutos após a morte, o sangue torna-se ácido, o cálcio endurece seus ossos. Por ai vai.
E no lado espiritual o que acontece?
Em alguns casos os desencarnados ( em especial os criminosos de alta periculosidade, perversos, suicidas... ) acompanham a decomposição do corpo físico. Sofrendo dores terríveis. 
Vivendo e revivendo momentos dolorosos de suas mortes. 
Em contrapartida os que pautam suas vidas na misericórdia, na caridade, numa vida correta ganham a libertação imediatamente desse cativeiro que chamamos de corpo físico.
Muitos acompanham seus restos mortais até a sepultura, porém, não presenciam o que acontece com seus corpos físicos. 
Um premio para os cumpriram seus deveres, combateram o bom combate.
Nenhum espirito, nem mesmo os mais evoluídos desaparece como num passe de mágica. Muito pelo contrário, em gratidão e respeito permanece por algum tempo ao lado dos que lhe foram queridos.
Em segundo lugar vem a formação do corpo fluídico. Um novo corpo. 
Substitui-se aí o corpo físico ( corpo mortal, passível de danos muitas vezes dolorosos, permanentes) pelo corpo espiritual ( corpo fluídico quase semelhante ao carnal, Esse corpo é eterno, nosso verdadeiro corpo).
O apóstolo Paulo fala com toda propriedade:"Semeia-se corpo material e colhe-se espiritual". 
Em outras palavras nos atos enquanto encarnados definirão nosso destino pós túmulo.Mais a frente Paulo em seus escritos nos diz: "O corpo espiritual é o corpo da ressurreição".
Deixando-nos claro que a morte não é o fim, que apenas o corpo físico se acaba ao descer a sepultura. . 
Neste capítulo também podemos ver que Pilatos esperava que Cristo viesse a confirmar suas indagações a respeito da origem dessa realeza.
Pilatos pensava que a realeza, poder e autoridade  provindas de Cristo eram meramente humanas.
Quando não. Em nenhum momento o Mestre se nos disse que seu reino era deste mundo muito pelo contrário.
Ele próprio foi bastante contundente, claro e objetivo ao confirmar que sua realeza não estava aqui neste plano: "Meu reino não é deste mundo"Cristo foi literalmente criado, gerado a imagem e semelhança de Deus Pai, sendo Deus Pai a expressão máxima da perfeição, Cristo também é a expressão máxima da perfeição, ou seja Nele reside toda sabedoria, toda ciência.
Em Cristo não existe sequer uma mancha, uma mácula por mais insignificante que seja.Cristo ao contrário de qualquer um de nós nunca conheceu o pecado ou a queda.
Este nosso planeta é um mundo de provas e expiação. 
É um mundo transitório, onde só habitam seres imperfeitos, passíveis de falhas, erros, quedas sucessivas.
Estamos aqui com um único propósito alcançar a perfeição, corrigir erros passados, cumprir sentenças de crimes por nós praticados em existências passada.
Sendo assim não faria o menor sentido Cristo, a expressão máxima da perfeição ter seu reino aqui.
O Reino a que Cristo se refere e o qual o mesmo é soberano não está aqui neste mundo. 
Mas, no outro. Reino este infinitamente superior e  oposto ao nosso.
O Reino a que Cristo se refere é a casa de Deus, Plano superior para onde os que galgaram e alcançaram a perfeição absoluta vão ao desencarnar após sucessivas reencarnações ou não.
Reino este que futuramente também poderá ser nosso basta seguirmos a Cristo e seus ensinos.
Ensinos e passos que encontramos nas Sagradas Escrituras. 
Não se pode dizer crer em Deus e negar a vida após a morte.
Se cremos em Deus, temos uma fé sólida, cremos na vida pós morte por mais que essa ideia se pareça inconcebível até mesmo para nós crentes.
A fé verdadeira é sólida, inabalável.
Ter fé é crer no impossível, é crer no invisível.
A muitos planos espirituais. 
Alguns mais evoluídos, outros nem tanto os chamado planos expiatórios (nosso caso) e outros nada evoluídos o qual denominamos por Umbral.
Sendo assim, devemos viver a vida pensando no futuro, nas consequências futuras.
Não é com problemas pessoais, bens, que devemos nos preocupar uma vez que tudo aqui é passageiro, transitório.
Devemos nos preocupar sim e muito com o que se nos espera no outro lado.
A semeadura é livre mas a colheita é obrigatória.
Nós temos o livre arbítrio, mas, ao fim da vida todos teremos o justo salário.
O nosso real destino só saberemos após a morte e de acordo com a vida que levamos.
Tudo, absolutamente tudo, até mesmo pequenos gestos que fazemos hoje, que temos hoje, agora, tanto para o bem como para o mal tem uma consequência futura, um preço que indubitavelmente pagaremos, querendo ou não. 
Crendo ou não.Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer nessa vida tem influencia e consequência se não nessa vida, mas, na outra. Na vida post mortem.
A morte nada mais é que a justa colheita do que semeamos em vida.
Quanto mais nobres forem nossos atos nessa vida menores serão as penas que sofreremos em outro plano. 
E mais rápido alcançaremos a evolução espiritual e mais rápido iremos para um plano evoluído, um plano de luz.
Em detrimento de quem só plantou desgraças, ruínas, dores, sofrimentos, atos egoísticos.
Se em vida eu não soube amar, perdoar, fui uma pessoa cruel mais duras serão as penas por mim sofridas e mais baixo será o plano espiritual a ser habitado por mim.
Certamente irei para o umbral e demais zonas inferiores.
Onde sofrerei as mais duras penas por meus atos criminosos perante Deus e perante a alta espiritualidade.Muito cuidado ao praticar certos atos.
Atos egoísticos, atos cruéis, atos que te animalizam, atos que ferem as leis de Deus por mais que pareçam normais, modernos, divertidos perante a sociedade para Deus e a espiritualidade não o são. 
Você até pode passar impune neste plano ou achar que Deus se faz de cego, surdo e mudo ou mesmo te foi conivente. 
Mas, não. Tuas penas serão pagas por ti com juros após desencarnares.
Se conhecemos verdadeiramente a Deus e temos vida ativa e de qualidade com Ele somos mais que conhecedores dessas máximas e procuramos ao máximo não apenas respeita-las mas acima de tudo pô-las em prática. 
Outro ponto abordado com muita propriedade neste capítulo é a ligação entre o Espiritismo e o Cristianismo, um completa o outro.
Vemos ao longo dessa explanação que o próprio Espiritismo encontra respaldo na Bíblia.
A própria Bíblia nos relata isso em diversas passagens:Isaías 26:19, Oséias 13:14, 1 Corintios 15:21,22, 1 Corintios 15: 40,42. Apenas para citar alguns livros que se nos retratam a tão temida morte. 
O próprio Cristo é claro, simples e objetivo, quanto a morte, existência de vida espiritual e pluralidade dos mundos: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.João 14:2"Ou seja, a morte não é o fim, tão pouco este plano é único.
Vemos também que Cristo ao longo de sua passagem em nosso plano nos revelou todos os segredos para uma vida com Deus e para se alcançar entendimento e crescimento espiritual.
Segredo revelado, véu rasgado.
Fé, misericórdia, amor e perdão. Um complementa o outro.
Quanto maior nossa sensibilidade ao sofrimento do próximo, seja quem for, mais próximo ficamos da perfeição espiritual e humana.Mais próximos ficamos de Cristo.
Eis o segredo da salvação eterna. 
Não basta apenas conhecermos as escrituras de Gênesis a Apocalipse, termos o dom das línguas, o dom da palavra se não tivermos fé, se não tivermos misericórdia uns para com os outros, amar como Jesus amou e perdoarmos a falha do irmão ao lado.
Em resumo o Espiritismo, ao contrário dos que muito pensam ou mesmo pregam não veio para confundir, não veio para alterar ou mesmo modificar as Sagradas Escrituras, seus ensinamentos e muito menos as palavras do Mestre Jesus e seus ensinamentos. 
Muito pelo contrário veio para não apenas desmistificar como nos esclarecer de maneira profunda e com propriedade passagens por nós consideradas ininteligíveis.
Tornando assim mais fácil não apenas a compreensão como a vivência do Evangelho no nosso dia a dia 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

A morte em si


A MORTE

Para os que creem a morte não é o fim.
A morte é apenas uma transição. 
Uma viagem, uma  longa viagem rumo ao desconhecido.
Porque desconhecido?
Porque a priori não sabemos para onde vamos, qual mundo nos foi designado.
Quem não crê na vida após a morte não crê na existência de Cristo.
Uma vez que Ele próprio nos falou: "Aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim, não morrerá eternamente." 
Cada um de nós humanos ou animais ao nascer recebemos uma alma vivente, a única coisa que se nos diferencia é quanto a racionalidade. 
O que de fato morre é o corpo vivente. Este retorna a terra e no transcorrer do tempo este será consumido, deixando de existir por completo.
Quanto a alma esta retorna ao seu local de origem, ou ao mundo que lhes será descortinado.
Sabendo-se que não existe apenas um mundo habitado, mas muitos outros e a cada um de nós será descortinado um mundo diferente.
O que define qual mundo se nos espera ao morrermos não é a denominação que em vida frequentamos, mas, a vida que levamos.
Nossos atos, nossos gestos, nosso caráter.
Dai a real importância de termos uma vida com Deus e sermos imitadores de Cristo.
Se somos imitadores de Cristo em seus atos nobres de amor ao próximo, perdão, misericórdia, compaixão nos será descortinado um mundo de bem aventurança.
Se em vida fui uma pessoa egoística, arrogante será a mim designado um mundo mais baixo.
Se cometi algum crime a vida humana, me deixei seduzir pelos prazeres da carne, vícios, lascívia e prostituição a mim será designado um mundo ainda mais baixo..
E se eu em vida cometi suicídio voluntário ou não a mim será designado um outro mundo. O qual chamamos de Vale dos Suicidas. Um mundo de dores, sofrimentos onde ficarei até me completarem os dias. 
Como assim:
Por exemplo:
A mim foi designado por Deus viver 80 anos e cometi suicídio aos 20, terei infelizmente de habitar neste sombrio vale de dores e sofrimentos por longos 60 anos.
O que é suicídio voluntário? 
Nada mais é que a morte a mim mesmo autoinfligida. 
Onde de forma consciente decidi por término a tudo.
Algo do tipo:
Estou depressiva, subo no andar mais alto lançando-me lá de cima, ou indo a um cômodo e atirando em mim mesma, me enforcando. Enfim.
Já o suicídio involuntário é aquele onde a pessoa ingere altas doses de bebida alcoólicas e sai para dirigir. Sofre um grave acidente e morre.
Ou ingere altas doses de drogas ilícitas ou medicamentosas tem uma overdose e morre.
Para a espiritualidade ambos cometeram suicídio. Ambos cometeram crime contra vida. Não a de outrem, mas a própria vida.
Em ambos os caso de suicídio estes podem ser agravados ainda mais. Elevando a pena a ser cumprida pela pessoa.
Como assim?
Vamos começar no caso do suicídio voluntário.
A pessoa antes de recorrer a tal ato mata ou o cônjuge ou a outra pessoa. 
A pessoa deixa de ser apenas suicida para se tornar também homicida. 
A estadia dessa´no Vale dos Suicidas passa a ser mais demorada. Onde ela terá que cumprir o tempo dela e a do outro.
No caso do suicídio involuntário, aquele onde a pessoa ingere alguma substância nociva e desencarna.
Vamos lá:
Eu bebo, bebo. Passo a noite bebendo, ingerindo outras drogas, pego o carro e me ponho a dirigir. Num determinado momento acelero o carro e mato outra pessoa ou como é comum mato uma família inteira.
A mim acontecerá o mesmo descrito acima. Pagarei por mim mesma e pelo outro, não importa quantos foram.
Involuntariamente, pois algumas vezes a pessoa que bebe ou ingere alguma substancia ignora que ela pode morrer ou no pior dos casos não só ela pode morrer mas outros que nada tinham a ver com a irresponsabilidade dela.
Por isso Deus no diz a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
E essa colheita pode não vir a mim em vida, mas virá após minha morte.
Aos que ficam por maior que seja a dor, o sofrimento evite chorar desesperadamente principalmente pelos que incorreram ao suicídio voluntário ou não.
Pois no caso deles se agravam ainda mais seu sofrimento do outro lado.
E nos demais casos principalmente no caso dos que eram muito apegados a família, muito materialista, esse espirito pode ficar atormentado, triste, revoltado não com quem sofre por eles, mas pela situação nova a qual ele esta vivendo. E em alguns casos por não aceitarem passam a vagar perdidos pela casa, tentando chamar atenção daquela que fora sua família. Tornando-se sem querer espíritos vampíricos. Sugando a energia das pessoas que ali habitam.
Evite também chamar por eles pelo mesmo motivo acima citado.
Desfaça-se de todos os objetos de uso pessoal do seu falecido. Isso facilitará para eles o entendimento de que eles não fazem mais parte deste mundo.
Nesse momento de transição, de troca o desencarnado não precisa de lágrimas, de dor, de sofrimento, não precisa que você fique chamando por ele sempre que estiveres sozinho.
Ele precisa de apenas uma coisa. Tua prece.
Uma outra coisa que precisa ser dita é a seguinte, evite acender vela em casa principalmente se você acabou de vir do cemitério.
No cemitério existem diversos tipos de espíritos, uns evoluídos, outros menos evoluídos, os trevosos e ao chegar em casa você leva consigo toda uma energia vibratória que partiu deles. 
Se você em casa acender uma vela esses espíritos não os evoluídos mas os dos mais baixos mundos em especial os trevosos por viverem nas trevas, na escuridão vão se sentir atraídos pela chama da vela. Você sem querer, sem imaginar vai atrair para sua casa esses espíritos que se faziam presentes no cemitério no momento da tua visita.
E no transcorrer do tempo eles vão trazer transtornos para tua vida, para tua casa.
Você passará a ver vultos negros, o clima da tua casa será de brigas, tristezas. E você correrá o risco de ter o mesmo fim deles. E ir habitar no mundo deles.
Se você gosta de acender velas para finados acenda no cruzeiro ou do cemitério ou da igreja assim essas energias trevosas não vão seguir você.
Em casa faça uma prece para eles, por suas almas. Peça a Deus misericórdia, muita luz e sabedoria de Deus a eles e em especial aos recém desencarnados ou aqueles que incorreram ao suicídio.
Nesse próximo dia de finados não celebre a dor da partida, mas o retorno a casa do Pai.
Não celebre a morte, mas, a vida.
A morte não é o fim, mas o inicio de uma nova vida, uma nova etapa a qual todos nós independente da denominação por nós frequentada, independente do que cremos ou não, independente do sexo, raça, condição financeira cedo ou tarde teremos que passar.
Viva o hoje como se não houvesse amanhã.
Corrija os erros presentes e evite erros futuros.
O passado já foi, o futuro a Deus pertence, viva apenas o presente.